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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Bolsonaro diz que reforma da previdência trará cortes “substanciais” e militares estarão em segunda etapa

Em entrevista à agência Bloomberg, presidente comenta as suspeitas sobre seu filho Flávio. "Se ele errou e ficar provado, eu lamento como pai, mas ele vai ter que pagar”


El País


O presidente Jair Bolsonaro se manifestou nesta quarta-feira a respeito das suspeitas que recaem sobre as movimentações financeiras do senador eleito Flávio Bolsonaro, seu filho mais velho. “Se por acaso ele errou e isso for provado, eu lamento como pai, mas ele vai ter que pagar o preço por esses atos que não podemos aceitar”, disse o presidente em entrevista à agência de notícias norte-americana Bloomberg, em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial. A investigação pode minar o discurso anticorrupção do militar reformado, uma agenda de campanha, e dividir sua base de apoio.

Fórum de Davos 2019
Jair Bolsonaro durante entrevista para Bloomberg nesta quarta-feira ALAN SANTOS PR

As suspeitas começaram em dezembro do ano passado, quando o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou movimentação de 1,2 milhão de reais na conta de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, entre janeiro de 2016 e dezembro de 2017. Pouco depois de o senador eleito ter conseguido que o Supremo Tribunal Federal (STF) paralisasse as investigações sobre o caso, uma matéria do Jornal Nacional elevou a temperatura da crise. Novos trechos de relatório do Coaf mostraram que Flávio fez um pagamento de 1.016.839 de reais de um título bancário da Caixa Econômica Federal, além de ter recebido depósitos em dinheiro fracionado em sua conta. A suspeita do Ministério Público do Rio de Janeiro é de que funcionários da Alerj devolviam parte de seus salários ao então deputado.

Venezuela

Ainda em entrevista à Bloomberg, Bolsonaro prometeu medidas econômicas rápidas e abrangentes para afastar o que ele chamou de “risco” de que a maior nação da América Latina se transforme em um regime ao estilo da Venezuela. Os planos para vender um grande número de empresas estatais estão quase prontos, e uma proposta a ser enviada ao Congresso trará cortes "substanciais" nos gastos previdenciários e estabelecerá uma idade mínima para aposentadoria, disse o presidente. Ele também afirmou que o sistema de pensão militar só seria alterado em uma "segunda parte da reforma".

Um dia depois de um enxuto discurso que frustrou as expectativas dos investidores presentes no Fórum pela falta de detalhes sobre medidas concretas que pretende adotar, Bolsonaro disse à agência que a aprovação da reforma previdenciária que os investidores estão aguardando está praticamente certa, uma vez que a situação financeira do Brasil lhe dá pouca escolha. E repetiu o tom ideológico adotado em seu discurso desta terça-feira: "O Brasil tem que dar certo. Se não, a esquerda vai voltar e não saberemos o destino do Brasil. Talvez se torne mais parecido com o regime que temos na Venezuela."

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