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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Bolton alerta Turquia contra ação militar na Síria sem coordenação com os EUA

O assessor nacional de segurança dos EUA, John Bolton, afirmou neste domingo (6) que a Turquia não deve realizar nenhuma operação na Síria sem um acordo com os EUA.


Sputnik

"Nós não achamos que os turcos devam realizar ação militar que não esteja completamente coordenada e aprovada pelos Estados Unidos, no mínimo para que não coloquem nossas tropas em perigo, mas também para que atendam ao pedido do presidente para que as forças de oposição da Síria que lutaram ao nosso lado não sofram riscos", disse Bolton a repórteres, conforme citado pela NBC News.


Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton
John Bolton © Sputnik / Aleksei Vitvitsky

Ele também acrescentiu que as tropas dos Estados Unidos não sairão da Síria até que Ancara garanta que não atacará as forças curdas, de acordo com a NBC.

Há alguns objetivos que nós queremos atingir que são condições para a saída", disse Bolton.

Em dezembro de 2018, o presidente dos EUA, Donald Trumo, afirmou que as forças dos EUA sairiam da Síria, uma vez que o Daesh, grupo terrorista banido da Rússia, foi derrotado.

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