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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

China: EUA devem abandonar mentalidade da Guerra Fria

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, pronunciou-se contra a publicação da nova Estratégia Nacional de Inteligência norte-americana, na qual a China e a Rússia são referidas como países "adversários" dos EUA.


Sputnik

"Tomámos nota da redação que os [Estados Unidos] mencionaram na versão atualizada da Estratégia Nacional de Inteligência dos EUA, que acaba de ser publicada nos Estados Unidos. Os Estados Unidos emitiram uma série de relatórios, que apresentam acusações infundadas contra a Rússia e a China ", disse Hua Chunying, porta-voz do ministério em um comunicado.


Presidente dos EUA, Donald Trump, acena ao lado do presidente chinês, Xi Jinping, após coletiva de imprensa em Pequim, 9 de novembro de 2017
Donald Trump e Xi Jinping © AP Photo / Andy Wong

Chunying solicitou que os EUA façam mais esforços para fortalecer a confiança mútua entre os dois países e que mantenham a paz e a estabilidade internacional, além de pedir que Washington abandone a mentalidade da Guerra Fria.

Segundo a porta-voz, Pequim aderiu ao caminho do desenvolvimento pacífico, com uma política de natureza defensiva.

A Estratégia Nacional de Inteligência americana atualizada foi publicada no dia 22 de janeiro, afirmando que os "múltiplos adversários" continuaram a procurar oportunidades para causar danos potencialmente catastróficos aos interesses dos EUA através da aquisição e uso de armas de destruição em massa, incluindo armas biológicas, químicas e nucleares.

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