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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

China: 'não estamos preocupados com críticas internacionais' à pena de morte de canadense

Pequim presta pouca atenção às críticas de países estrangeiros sobre a decisão do tribunal chinês de aplicar a pena de morte para o cidadão canadense Robert Lloyd Schellenberg, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, durante uma coletiva de imprensa.


Sputnik

Na segunda-feira, um tribunal na cidade de Dalian, no nordeste da China, condenou Schellenberg à morte por contrabando de drogas. A decisão imediatamente enfrentou fortes críticas não apenas da liderança canadense, mas também da comunidade internacional, particularmente da Austrália, cujo Ministério das Relações Exteriores expressou profunda preocupação com o veredicto do tribunal.


Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying
Hua Chunying © AP Photo / Ng Han Guan

"Posso dizer com toda clareza que não estamos preocupados em absoluto com as críticas internacionais", disse Hua.

A funcionária do governo também expressou surpresa com as críticas do Departamento Australiano de Relações Exteriores e Comércio, apontando que Schellenberg pretendia transportar drogas para a Austrália.

"Acredito que o Canadá possua alguns aliados sobre esta questão, mas estes não representam a opinião de toda a comunidade internacional. Parece-me que a comunidade internacional chegou a um consenso de que crimes perigosos como o tráfico ilegal de drogas devem ser punidos com rigor", acrescentou Hua.

As autoridades chinesas, inicialmente, sentenciaram o cidadão canadense a 15 anos de prisão. No entanto, no final de dezembro, um tribunal de apelações ordenou um novo julgamento, alegando que a punição inicial era muito branda. O réu foi informado nesta segunda-feira que tinha 10 dias para recorrer da sentença de morte.

Nesta segunda-feira, o premiê do Canadá, Justin Trudeau, afirmou que a China está utilizando seu sistema judicial para pressionar o seu país e retaliar a prisão de Meng Wanzhou, filha do fundador da Huawei.

No início de dezembro, Canadá, atendendo a um pedido dos Estados Unidos, prendeu a executiva da Huawei. A Justiça dos Estados Unidos solicitou a extradição de Meng por acusações de fraude em transações financeiras no Irã.

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