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EUA e Rússia revivem a Guerra Fria no Oriente Médio com duas cúpulas

Reuniões paralelas, na Polônia e na Rússia, representaram a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito entre Israel e a Palestina
Juan Carlos Sanz e María R. Sahuquillo | El País
Sochi / Jerusalém - Em 1991, a Conferência de Madri estabeleceu um modelo para o diálogo multilateral no Oriente Médio após o fim da Guerra Fria, que havia colocado Washington contra Moscou na disputa pela hegemonia em uma região estratégica. Transcorridos mais de 27 anos, dois conclaves paralelos representaram nesta quinta-feira em Varsóvia (Polônia) e Sochi (Rússia) a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito israelo-palestino. Os Estados Unidos e a Rússia, copresidentes em Madri em 1991, já não atuam mais como mediadores para aliviar as tensões e, mais uma vez, assumem um lado entre as partes conflitantes.

No fórum da capital polonesa, a diplomacia dos EUA chegou a um impasse ao reunir mais de 60 países em uma reu…

China reage à operação da marinha dos EUA: 'temos mísseis'

O governo chinês vai implantar um sistema de mísseis balísticos DF-26, conhecidos como “assassinos de navios”, em pontos estratégicos do país próximos ao mar do sul da China e da região oriental da Ásia, área altamente disputada entre países do sudeste asiático. 


Vanessa Barbosa | Exame

A investida ocorre poucos dias depois de um navio de guerra dos EUA atravessar o Estreito de Taiwan e navegar perto das Ilhas Paracel, reivindicadas pela China, Vietnã e Taiwan.


China: mísseis balísticos DF-26 exibidos durante desfile militar em Pequim.
China: mísseis balísticos DF-26 exibidos durante desfile militar em Pequim © Andy Wong – Pool

O navio de guerra americano alegou que estava navegando sob as regras internacionais do direito do mar, um acordo que garante sua “livre passagem” na região.

Mas a China acusou os EUA de invadir suas águas territoriais. “A ação dos EUA violou as leis chinesas e as leis internacionais, infringiu a soberania da China, danificou a paz regional, a segurança e a ordem”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lu Kang, na segunda-feira.

Os mísseis chineses são capazes de acertar alvos terrestres e marinhos a até 5.471 quilômetros, e suportam ogivas convencionais e nucleares.

Com isso, a China pretende alertar que o país tem mísseis e é capaz de proteger seu território, segundo artigo publicado pela CNN.

Como parte das medidas cautelares, a China também enviou aviões militares e navios de guerra para alertar o navio de guerra dos EUA e ordená-lo a se afastar das ilhas disputadas.

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