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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

China se opõe a sanções contra a Venezuela e diz que os EUA vão agravar a situação

A China afirmou que os Estados Unidos serão responsáveis pelas sanções que impuseram à Venezuela, advertindo Washington sobre as repercussões de tal postura e reiterando o apoio ao presidente Nicolás Maduro.


Sputnik

"Nós nos posicionamos contra sanções unilaterais. A história mostra que intervenções ou sanções estrangeiras só complicam a situação, sendo incapazes de resolver o problema", disse Geng Shuang, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, em entrevista coletiva nesta terça-feira.


Presidente da China, Xi Jinping, recebe o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro
Nicolás Maduro e Xi Jinping © REUTERS / Parker Song

O diplomata acrescentou que Pequim reconhece Maduro como o legítimo chefe de Estado da Venezuela, apesar de toda a pressão colocada sobre ele. Ele notou que o líder chinês Xi Jinping enviou seu enviado para a posse de Maduro no início de janeiro, e disse que isso era um forte sinal de apoio à Venezuela.

"Poderíamos fazê-lo se não o reconhecêssemos?", perguntou Geng, retoricamente.

Na segunda-feira, Washington anunciou um pacote de sanções contra a estatal petrolífera da Venezuela, a Petroleos de Venezuela SA (PDVSA), alegando que impediria um "desvio adicional" de ativos pelo "ex-presidente Maduro".

As novas restrições vão congelar US$ 7 bilhões em ativos e causar mais de US$ 11 bilhões em receitas de exportação perdidas ao longo do próximo ano.

As sanções vão "agravar o bem-estar das pessoas e [os EUA] devem ser responsáveis por isso", afirmou o oficial chinês.

Aliança Pequim-Caracas

A China é um dos maiores parceiros comerciais e aliados políticos da Venezuela, mas sua resposta à crise foi bastante medida. Anteriormente, o Ministério de Relações Exteriores instou os atores externos a observar a soberania venezuelana e a não interferir em seus assuntos internos.

"A China se opõe à interferência estrangeira nos assuntos da Venezuela, em especial a ameaça de interferência militar", avaliou Hua Chunying, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, acrescentando que Pequim continuará "apoiando os esforços feitos pelo governo venezuelano para manter a soberania nacional e a estabilidade".

O confronto entre o governo e as forças da oposição na Venezuela aumentou quando o líder da oposição, Juan Guaidó, declarou estar agindo como presidente interino depois de pedidos uma mudança de regime em Washington.

O parlamentar de 35 anos era amplamente desconhecido fora da Venezuela até o começo deste ano, mas agora ele tem o apoio dos EUA, Israel, Canadá, Austrália e vários países sul-americanos – incluindo o Brasil.

Já China, Rússia, Turquia, Irã, Belarus e África do Sul apoiaram Maduro, dizendo que continuarão trabalhando com seu governo.

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