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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Consulado saudita veta entrada de relatora que investiga caso Khashoggi

O consulado da Arábia Saudita em Istambul vetou nesta terça-feira a entrada da relatora sobre execuções extrajudiciais da ONU, Agnès Callamard, que investiga o assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi, informou a agência turca "Anadolu".


EFE

Istambul - Agnès, que ontem se reuniu em Ancara com autoridades turcas, chegou hoje a Istambul e foi até o consulado saudita, onde Khashoggi foi supostamente assassinado e esquartejado em 2 de outubro do ano passado, mas foi impedida de entrar no edifício, aparentemente por não ter pedido a tempo a permissão à diplomacia saudita.


Ao centro, a relatora sobre execuções extrajudiciais da ONU, Agnès Callamard, que investiga o assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi e que foi barrada no consulado saudita em Istambul. EFE/ Arif Hudaverdi Yaman
Ao centro, a relatora sobre execuções extrajudiciais da ONU, Agnès Callamard, que investiga o assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi e que foi barrada no consulado saudita em Istambul. EFE/ Arif Hudaverdi Yaman

"Avisamos tarde às autoridades sauditas sobre a investigação no consulado. É preciso dar a eles um pouco mais de tempo para que avaliem a nossa solicitação. Queremos uma permissão das autoridades para entrar", disse Agnès à imprensa nas imediações do prédio.

O porta-voz do partido governamental turco Justiça e Desenvolvimento (AKP), Ömer Çelik, criticou duramente a postura do consulado em entrevista à emissora de televisão turca "A Haber".

"É um escândalo não deixarem-na entrar. Deveríamos abrir uma investigação internacional", disse Çelik.

Durante os primeiros meses após o assassinato, o governo da Turquia insistiu que o crime deveria ser resolvido e julgado pela Justiça turca, mas depois começou a se queixar da nula cooperação das autoridades sauditas e nas últimas semanas se pronunciou abertamente a favor de uma investigação internacional.

Agnès chegou ontem a Ancara, onde se reuniu com o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlüt Çavusoglu, e com o da Justiça, Abdulhamit Gül, mas não fez declarações depois.

Segundo a "Anadolu", a relatora tem a intenção de se encontrar hoje em Istambul com o procurador Irfan Fidan, que dirige a investigação turca do assassinato do jornalista.

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