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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Contra-ataque sírio a aeroporto israelense se tornará realidade?

O representante permanente da Síria na ONU, Bashar Jaafari, ameaçou retaliar aeroporto de Tel Aviv após ataque israelense ao aeroporto de Damasco. Analista político esclareceu probabilidade de contra-ataque em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.


Sputnik

A Síria se diz no direito de realizar ataque "simétrico" em resposta ao ataque israelense contra aeroporto de Damasco. A declaração foi dada pelo representante permanente da Síria na ONU, Bashar Jaafari, em uma reunião do Conselho de Segurança da organização.


Um militar do exército sírio prepara o caça Su-22 da Força Aérea da Síria para o voo (foto do arquivo)
© Sputnik / Ilia Pitalev

As palavras do diplomata foram transmitidas no país árabe pela televisão e incluíram trecho: "Chegou a hora de o Conselho de Segurança de tomar as medidas necessárias para deter os ataques regulares israelenses aos territórios sírios, ou a Síria precisará chamar atenção daqueles que criam guerras neste Conselho, realizando seu legítimo direito de se defender e responder ao ataque israelense ao Aeroporto Internacional de Damasco, atacando o aeroporto de Tel Aviv."

O analista político em assuntos do Oriente Médio, Stanislav Tarasov, comentou a situação para o serviço russo da rádio Sputnik, destacando que "a situação na Síria está piorando após a série de ataques aéreos de Israel".

"Esta situação causa uma impressão estranha, porque Israel recebeu repetidas advertências da Rússia. No entanto, Israel ataca por acreditar que bases e armazéns pertençam às Forças Armadas iranianas que operam na Síria."

Segundo o especialista, as Forças Armadas da Síria também não estão de braços cruzados, pois possuem armamento moderno que, de acordo com fontes militares, "80% ou até mesmo 90% dos ataques com mísseis de Israel foram repelidos". Stanislav Tarasov falou sobre a possibilidade de contra-ataque sírio ao aeroporto de Tel Aviv.

"Síria poderia contra-atacar? Potencialmente, do ponto de vista das capacidades militares, sim. Mas seria esse o cenário desejável? Claro que não. Neste caso, uma função definidora deve ser empenhada pelos representantes da Força Aeroespacial da Rússia, e pelos contatos dos líderes."

Para Tarasov, Israel está tentando reestabelecer diálogo a alto nível, e o agravamento da situação só impulsiona para reestabelecimento do diálogo.

Em 21 de janeiro, os militares israelenses atacaram instalações militares do Irã na Síria. Os militares israelenses destacaram que o ataque a alvos iranianos foi feito em resposta ao lançamento de um míssil pelas forças iranianas do território sírio contra o norte das Colinas de Golã.

Anteriormente, em 20 de janeiro, segundo informou o Centro Nacional de Controle da Defesa da Rússia, os sistemas de defesa aérea Pantsir e Buk, operados pela Síria, destruíram sete mísseis israelenses. De acordo com o comunicado do centro, o ataque com mísseis foi realizado por quatro aviões F-16 israelenses a partir do mar Mediterrâneo.

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