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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Croácia dá ultimato a Israel por compra de caças F-16 em negócio de US$ 500 milhões

A Croácia pediu a Israel nesta quinta-feira (3) que supere um raro desentendimento com os Estados Unidos e confirme a possibilidade de vender 12 caças usados ​​dos Estados Unidos.


Sputnik

O Ministério da Defesa da Croácia disse que precisava de uma resposta de Israel até 11 de janeiro — ou a encomenda de US$ 500 milhões do país balcânico por uma dúzia de aviões F-16 seria cancelada.


Caça F-16 D da Força Aérea de Israel (arquivo)
F-16 israelense © AFP 2018 / Jack Guez

Israel fez um acordo provisório para vender os caças F-16 Barak usados para a Croácia em março, aguardando aprovação dos EUA para permitir que os jatos fossem para terceiros.

O acordo teve problemas após o Departamento de Estado dos EUA sugerir que Israel precisa retirar as melhorias que foram adicionados depois que Israel recebeu os aviões de Washington há cerca de 30 anos.

Israel atualizou os jatos com sofisticados sistemas eletrônicos e de radar, o que foi crucial na decisão da Croácia de comprar aviões de Israel e não dos EUA.

"Se os aviões não estiverem de acordo com o que nós concordamos, o negócio não será realizado e teremos outra oferta de compra", disse o presidente da Croácia, Gordan Jandrokovic.

As relações entre a administração Trump e Israel são muito próximas, particularmente em questões de defesa. Mas a venda dos jatos para a Croácia parece ser uma exceção. O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se reuniram na terça-feira no Brasil, mas não concordaram em uma maneira de acabar com o impasse.

"Estamos esperando posições finais e claras de Israel e dos Estados Unidos sobre essa questão e então tomaremos uma decisão", disse o primeiro-ministro croata, Andrej Plenkovic.

O ministro da Defesa croata, Damir Krsticevic, disse na quinta-feira que Israel forneceu garantias durante o processo de licitação do contrato que as autoridades dos EUA estimulariam a venda. "Você pode imaginar que não acreditamos em Israel?", disse Krsticevic.

A controvérsia sobre a oferta fez com que surgissem pedidos da renúncia do ministro da Defesa croata. O acordo é a maior aquisição militar da Croácia desde que se separou da Iugoslávia durante a guerra de 1991-95.

A Croácia, membro da OTAN, enfrenta uma mini-corrida armamentista com a Sérvia, que é aliada de Moscou e recentemente recebeu seis aviões de combate russos MiG-29.

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