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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Curdistão iraquiano tortura crianças para confessarem que eram do EI, diz ONG

A organização não governamental Human Rights Watch (HRW) denunciou nesta terça-feira que o governo da região autônoma do Curdistão iraquiano está "torturando" crianças para que confessem que fizeram parte do grupo jihadista Estado Islâmico (EI).


EFE

Cairo - HRW entrevistou 20 crianças, com idades entre 14 e 17 anos, acusadas ou condenadas por afiliação ao EI no reformatório de mulheres e crianças em Erbil, capital do Curdistão, em novembro de 2018, além de três crianças que tinham sido libertadas recentemente.


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Peshmergas (militares curdos iraquianos) © REUTERS / Azad Lashkari

Das 23 crianças, 16 disseram que um ou mais oficiais dos Asayish (oficiais de segurança curdos) "os tinham torturado durante o interrogatório nas instalações" e batido "em todo o corpo com canos de plástico, cabos elétricos ou barras", e que inclusive "usaram descargas elétricas".

Além disso, a ONG indicou que a maioria das crianças disseram que "não tinham acesso a um advogado e que não tinham permissão para ler as confissões que os 'Asayish' escreveram e as obrigaram a assinar". Segundo HRW, "a maioria das crianças disseram que os seus interrogadores os disseram o que deveriam confessar".

"Primeiro, disseram que deveria afirmar que estava com o EI, então, aceitei", disse uma criança de 14 anos à HRW. "Depois, comentaram que tinha que dizer que trabalhei para o EI durante três meses. Eu disse que não fazia parte do EI, mas me falaram: 'Não, você tem que dizer".

Após "duas horas de interrogatório e tortura", aceitou, revelou organização humanitária, citando um dos depoimentos dos entrevistados.

"Quase dois anos depois que o governo regional do Curdistão prometeu investigar a tortura de crianças detidas, isso ainda ocorre com uma frequência alarmante", argumentou Jo Becker, diretora de defesa dos direitos das crianças para a HRW.

Em dezembro de 2017, a Human Rights Watch denunciou que as autoridades iraquianas estavam cometendo "abusos" de forma "desenfreada" contra os detidos suspeitos de pertencerem ao EI.

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