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Como governo Trump esvaziou resolução da ONU contra estupro em guerras

A oposição do presidente americano, Donald Trump, à legalização do aborto levou ao esvaziamento de uma resolução das Nações Unidas contra o uso de violência sexual como arma de guerra.
BBC News Brasil

Os Estados Unidos retiraram todas as referências a "saúde sexual e reprodutiva" do texto, o que, na prática, reduz o peso da resolução. O documento havia sido submetido pela Alemanha ao Conselho de Segurança da ONU. Estados Unidos, China e Rússia ameaçaram vetá-lo, se fosse mantida a redação original.

O governo Trump se opôs às menções à "saúde sexual e reprodutiva" das mulheres, com o argumento de que esse termo indica apoio ao aborto. Uma versão da resolução que exclui essa frase foi aprovada por 13 votos a 0, com abstenções de Rússia e China.

O embaixador da França nas Nações Unidas, François Delattre, criticou a exclusão do trecho, dizendo que a decisão afeta a dignidade das mulheres.

"É intolerável e incompreensível que o Conselho de Segurança da ONU seja incapaz…

Curdos prometem se submeter a Damasco em troca da autonomia

O líder das Unidades de Proteção Popular curdas (YPG) na Síria, Sipan Hemo, ofereceu entregar o controle das terras controladas pelos curdos ao governo sírio em troca da autonomia curda, informou a imprensa neste sábado.


Sputnik

O comandante da milícia curda desembarcou na base russa de Hmeimim no oeste da Síria, dias após o presidente dos Estados Unidos ter anunciado a retirada das tropas do país, informou Asharq al-Awsat.


Membros das Unidades de Proteção do Povo do Curdistão (YPG) monitoram as posições do grupo do Estado Islâmico (Daesh) na cidade síria de Ras al-Ain, perto da fronteira turca em 13 de março de 2015
Curdos do YPG © AFP 2018 / DELIL SOULEIMAN

Hemo então viajou para Damasco para dizer às autoridades sírias que as YPG estariam prontas para abandonar o controle da fronteira sírio-turca. Em seguida, o militar viajou para Moscou, em 29 de dezembro.

Na Rússia, o líder curdo pediu por garantias e sugeriu que Moscou retomasse a discussão de uma proposta de constituição para a Síria, que garantiria o direito de autodeterminação dos curdos.

Logo antes dessa viagem, a cidade de Manbij foi entregue por curdos ao exército sírio, em 28 de dezembro. O evento foi confirmado pelo governo sírio e pelas forças curdas.

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