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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Economia da Ucrânia colapsará sem Rússia, prediz ex-ministro ucraniano

Kiev deve deixar de ser "mendigo" que se humilha para Ocidente e normalizar as relações com Moscou, senão sua economia colapsará, opina ex-ministro do país.


Sputnik

Em se tratando das relações russo-ucranianas, há uma ameaça de um colapso econômico para a Ucrânia, assegura o ex-ministro da Infraestrutura do país, Yegeny Chervonenko.


Grívnia, moeda nacional da Ucrânia
Grívnia, moeda nacional ucraniana © Fotolia / Prokop.photo

"Há uma realidade objetiva — janeiro quase se acabou, e junto com ele terminam as quotas europeias. As cifras são coisas indomáveis", declarou ao canal de TV NewsOne.

Na opinião dele, seria melhor para a Ucrânia conduzir uma política independente e parar de atuar como "mendigo" que se humilha para o Ocidente. Ao invés disso, Kiev deve estabelecer um diálogo com Moscou.

Ao mesmo tempo, o ex-ministro lembrou que a Rússia não tomou nenhuma medida contra as fábricas do presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, nem contra três milhões de ucranianos que estão trabalhando no território russo, visto que "a Ucrânia não dá oportunidades".

Situação econômica na Ucrânia

Moscou e Kiev têm negociado restrições comerciais desde setembro de 2015. A Rússia repetidamente afirmou que suspenderá as proibições em resposta a ações similares da Ucrânia.

No fim de dezembro do ano passado, o governo russo expandiu a lista de produtos ucranianos proibidos para importação. Tanto produtos alimentícios quanto produtos industriais entraram na lista. A medida russa foi tomada em resposta às sanções de Kiev.

Após o Euromaidan (manifestações nacionalistas) em 2014, a economia da Ucrânia está em declínio. Kiev está tentando realizar reformas econômicas, recebendo empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI, na sigla em inglês), o que afeta o bem-estar dos cidadãos: os impostos estão aumentando, enquanto os salários e aposentadorias continuam baixos. Também aumentou a dívida externa do país.

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