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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Equipe da OPAQ investiga suposto ataque químico em Alepo, na Síria

Uma equipe da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) está na Síria com o objetivo de compilar informação e investigar o possível uso desse tipo de armamento no último dia 24 de novembro na cidade de Alepo, informou o organismo nesta terça-feira em comunicado.


EFE

Haia - Os investigadores viajaram para a Síria no início deste mês, o que não foi anunciado previamente por motivos de segurança, e também não se sabe se já se encontram em Alepo ou em outro lugar do país à espera de ter acesso ao local onde aconteceu o ataque denunciado.


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OPAQ na Síria | Reprodução

Em sua nota, a OPAQ explica que em 24 de novembro recebeu informação sobre o possível uso de armas químicas em Alepo, no noroeste da Síria, e assegura que vigiou "a situação desde então".

No início de dezembro, a organização enviou à Síria uma equipe "avançada" de investigadores para compilar informação em colaboração com as autoridades sírias, ao quais se seguiram na semana passada vários especialistas da Missão de Investigação (FFM, na sigla em inglês) para "estabelecer mais fatos a respeito da acusação", ressaltou a OPAQ.

Os membros da FFM, segundo acrescentou o organismo, estão "colhendo e analisando informação de maneira independente" e estão tomando as medidas necessárias para "garantir a proteção e a segurança dos especialistas da OPAQ e do pessoal envolvido" nesta missão.

A FFM foi criada em 2014, após as repetidas denúncias de ataques contra civis com armas químicas na Síria, e desde então investiga os possíveis usos de substâncias tóxicas, como o cloro, em bombardeios contra a população durante o conflito armado que acontece no país desde 2011.

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