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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Equipe da OPAQ investiga suposto ataque químico em Alepo, na Síria

Uma equipe da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) está na Síria com o objetivo de compilar informação e investigar o possível uso desse tipo de armamento no último dia 24 de novembro na cidade de Alepo, informou o organismo nesta terça-feira em comunicado.


EFE

Haia - Os investigadores viajaram para a Síria no início deste mês, o que não foi anunciado previamente por motivos de segurança, e também não se sabe se já se encontram em Alepo ou em outro lugar do país à espera de ter acesso ao local onde aconteceu o ataque denunciado.


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OPAQ na Síria | Reprodução

Em sua nota, a OPAQ explica que em 24 de novembro recebeu informação sobre o possível uso de armas químicas em Alepo, no noroeste da Síria, e assegura que vigiou "a situação desde então".

No início de dezembro, a organização enviou à Síria uma equipe "avançada" de investigadores para compilar informação em colaboração com as autoridades sírias, ao quais se seguiram na semana passada vários especialistas da Missão de Investigação (FFM, na sigla em inglês) para "estabelecer mais fatos a respeito da acusação", ressaltou a OPAQ.

Os membros da FFM, segundo acrescentou o organismo, estão "colhendo e analisando informação de maneira independente" e estão tomando as medidas necessárias para "garantir a proteção e a segurança dos especialistas da OPAQ e do pessoal envolvido" nesta missão.

A FFM foi criada em 2014, após as repetidas denúncias de ataques contra civis com armas químicas na Síria, e desde então investiga os possíveis usos de substâncias tóxicas, como o cloro, em bombardeios contra a população durante o conflito armado que acontece no país desde 2011.

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