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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Espanha pede intervenção da UE para que haja eleições na Venezuela

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, Josep Borrell, afirmou nesta quinta-feira que a prioridade na Venezuela deve ser "evitar que a coisa piore" e considerou que isso exige "uma intervenção" da União Europeia "para que haja eleições livres, democráticas e com garantias".


EFE

Madri - "Vamos fazer com que este processo (eleições) aconteça", disse Borrell, em entrevista coletiva ao ser perguntado sobre a posição da UE com relação à autoproclamação do presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, como "presidente interino" da Venezuela.


Protesto em Caracas em foto de 23 de janeiro. EFE/ Miguel Gutiérrez
Protesto em Caracas em foto de 23 de janeiro. EFE/ Miguel Gutiérrez

O ministro ressaltou que a UE "tem uma posição comum firme e clara na exigência de eleições que até agora (o presidente Nicólas) Maduro não queria".

Borrell também lamentou a "extraordinária lentidão" da UE para tomar decisões e disse que, "se não tivéssemos demorado quatro meses para decidir" criar um "grupo de contato" europeu com o governo de Maduro e com a oposição venezuelana, "talvez o tema tivesse sido de utilidade".

Agora, o prioritário é, segundo Borrell, convocar um Conselho Europeu de Relações Exteriores para chegar a acordos e impulsionar a política comum da UE de exigir a realização de eleições.

Ao ser questionado sobre quem ele considera que deveria convocar essas eleições, se Maduro ou Guaidó, Borrell respondeu que "isso é o que temos que ver" e reconheceu que a Espanha tem uma opinião a respeito, mas "não é para dá-la em uma entrevista coletiva, mas para trabalhá-la" no âmbito da UE.

O ministro enfatizou que é necessário que a UE decida com rapidez sua posição, já que a situação na Venezuela "pode degenerar para a instabilidade".

"Temos que evitar que a coisa piore, e isso exige uma intervenção da UE para que haja eleições; vamos fazer com que este processo aconteça", assinalou Borrell.

Para o ministro espanhol, é óbvio que, para promover eleições na Venezuela, será necessário "um contato com o regime de Maduro".

Em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, o presidente do governo espanhol, o socialista Pedro Sánchez, falou com Guaidó, a quem transferiu a mensagem de que eleições democráticas e transparentes são a saída "idônea e natural" para a crise na Venezuela, segundo disseram fontes de seu governo.

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