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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

EUA retiram equipamentos da Síria, mas as tropas ainda ficam

Os EUA começaram a retirar equipamentos não essenciais da Síria, apesar dos militares ainda permanecerem no país, disse uma fonte anônima à agência de notícias AFP.


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"Não estamos retirando as tropas neste estágio", disse a autoridade.


Forças dos EUA patrulhando nos arredores da cidade síria de Manbij, província de Aleppo (foto de arquivo)
Tropas dos EUA na Síria © AP Photo / Arab 24 network

No começo do dia, uma autoridade de defesa dos EUA disse que os EUA removeram alguns equipamentos militares da Síria.

Em 19 de dezembro, a Casa Branca anunciou planos para retirar cerca de 2 mil soldados dos EUA da Síria nos próximos meses, uma medida que Trump alegou ser explicada pelo fato de as forças americanas terem completado a sua tarefa de destruir o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia) no país árabe.

A decisão foi criticada por algumas autoridades dos EUA e motivou duas renúncias: a do secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, que anunciou que suas opiniões não estavam mais alinhadas com as de Trump; e a de Brett McGurk, enviado presidencial especial para a coalizão norte-americana na Síria.

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