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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

EUA retiram equipamentos da Síria, mas as tropas ainda ficam

Os EUA começaram a retirar equipamentos não essenciais da Síria, apesar dos militares ainda permanecerem no país, disse uma fonte anônima à agência de notícias AFP.


Sputnik


"Não estamos retirando as tropas neste estágio", disse a autoridade.


Forças dos EUA patrulhando nos arredores da cidade síria de Manbij, província de Aleppo (foto de arquivo)
Tropas dos EUA na Síria © AP Photo / Arab 24 network

No começo do dia, uma autoridade de defesa dos EUA disse que os EUA removeram alguns equipamentos militares da Síria.

Em 19 de dezembro, a Casa Branca anunciou planos para retirar cerca de 2 mil soldados dos EUA da Síria nos próximos meses, uma medida que Trump alegou ser explicada pelo fato de as forças americanas terem completado a sua tarefa de destruir o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia) no país árabe.

A decisão foi criticada por algumas autoridades dos EUA e motivou duas renúncias: a do secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, que anunciou que suas opiniões não estavam mais alinhadas com as de Trump; e a de Brett McGurk, enviado presidencial especial para a coalizão norte-americana na Síria.

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