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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

EUA se recusam a reconhecer rompimento de laços diplomáticos com Venezuela

Os Estados Unidos não acreditam que o presidente Nicolás Maduro tenha a autoridade legal para romper os laços diplomáticos da Venezuela com Washington, disse o secretário de Estado, Mike Pompeo, em um comunicado à imprensa.


Sputnik

Mais cedo, Maduro disse que a Venezuela rompeu relações diplomáticas com os Estados Unidos e ordenou a expulsão de seus diplomatas depois que o governo Trump reconheceu o líder da oposição, Juan Guaidó, como presidente interino da Venezuela.


Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo (imagem de arquivo)
Mike Pompeo © flickr.com/ Gage Skidmore

"Os Estados Unidos não reconhecem o regime de Maduro como o governo da Venezuela. Portanto, os Estados Unidos não consideram que o ex-presidente Nicolás Maduro tenha a autoridade legal para romper relações diplomáticas com os Estados Unidos ou declarar nossos diplomatas persona non grata", escreve Pompeo na nota.

Pompeo também pediu que os militares venezuelanos protejam os cidadãos norte-americanos e disse que os Estados Unidos tomarão as medidas apropriadas para responsabilizar quem põe em perigo a segurança de americanos expatriados.

A situação na Venezuela piorou consideravelmente após a posse de Nicolás Maduro, reconduzido ao poder no último dia 10 de janeiro. Países membros do Grupo de Lima — entre eles o Brasil — decidiram não reconhecer o novo mandato. Posteriormente, Brasil, Paraguai, Canadá e Estados Unidos decidiram reconhecer o presidente da Assembleia Nacional destituída, Juan Guaidó como o presidente interino do país.

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