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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Ex-enviado americano: não há plano após retirada das tropas dos EUA da Síria

O ex-enviado especial dos EUA para as forças anti-Daesh na Síria alertou que a retirada das tropas norte-americanas do país pode ter consequências devastadoras, já que "não há um plano" para o que vem a seguir.


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Brett McGurk, o ex-enviado especial do presidente Donald Trump para a Coalizão Global contra o Daesh, disse durante o programa "Face the Nation", da emissora CBS, que não há um plano de retirada concreto.


As forças dos EUA na sede da Unidade de Proteção do Povo Curdo (YPG) perto de Malikiya, na Síria, em 25 de abril de 2017.
Militares norte-americanos na Síria © REUTERS / Rodi Said

"Acredite em mim, não há planos para o que virá em seguida. No momento, não temos um plano", disse ele.

"[Isso] aumenta a vulnerabilidade da nossa força, aumenta o risco em terra na Síria", acrescentou ele, sugerindo que o presidente dos EUA, Donald Trump, foi contra o conselho esmagador de sua equipe de segurança nacional ao tomar sua decisão.

"Neste caso, acho que toda a equipe de segurança nacional tinha uma visão, e o presidente em uma conversa com o presidente (turco) Erdogan acabou de reverter completamente a política", disse McGurk.

McGurk, que apresentou sua renúncia pouco depois do presidente Trump anunciar a retirada soldados norte-americanos da Síria, argumentou que a ausência de forças americanas criaria um vazio na liderança e levaria a aberturas para o Daesh se recuperar. Ele rejeitou a ideia de que a Turquia seria capaz de substituir o papel dos EUA.

"É preciso liderança americana e é preciso presença americana, e acabamos de dizer ao mundo que não vamos mais estar presentes", disse ele.

O vice-presidente Mike Pence, durante o mesmo programa, afirmou que Daesh "foi derrotado". O Conselheiro de Segurança Nacional John Bolton, no início deste mês, indicou que os EUA não sairiam do país sem a derrota total de Daesh e com garantias da Turquia de que esta não vai atacar os combatentes curdos apoiados pelos EUA na Síria. O secretário de Estado, Mike Pompeo, também disse que os EUA continuam na região com a mesma missão que sempre tiveram e que a retirada das tropas é uma "mudança tática".

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