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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Exército do Níger mata mais de 200 integrantes do grupo Boko Haram

Forças nigerinas lançaram ofensiva um mês depois de o Exército anunciar que temia ataques do Boko Haram no começo de 2019.


France Presse

Ao menos 200 integrantes do grupo extremista Boko Haram foram mortos em operações terrestres e aéreas do Exército do Níger na bacia do lago Chad, no sudeste do país, de acordo com um comunicado do ministério da Defesa.

Imagem de arquivo mostra rua movimentada de Maiduguri, na Nigéria, onde o grupo radical Boko Haram vem sendo acusado por uma série de assassinatos — Foto: Susan Schulman/The New York Times
Imagem de arquivo mostra rua movimentada de Maiduguri, na Nigéria, onde o grupo radical Boko Haram vem sendo acusado por uma série de assassinatos — Foto: Susan Schulman/The New York Times

"As ações combinadas das tropas terrestres e da aviação deram o seguinte resultado em 2 de janeiro de 2019: do lado inimigo, mais de 200 terroristas foram neutralizados após os ataques aéreos e 87 neutralizados pelas tropas terrestres", diz o comunicado, lido na emissora estatal do país na África ocidental.

O texto também afirma que "esta vasta operação de rastreamento lançada em 28 de dezembro de 2018 se concentrou ao longo do rio Komadougou, que serve de fronteira natural entre o Níger e a Nigéria, e sobre as ilhas do lago Chad".

As forças nigerinas lançaram esta ofensiva um mês depois de o Exército anunciar que temia ataques do Boko Haram no começo de 2019.

Kalla Moutari, ministro nigerino da Defesa, disse temer ataques dos extremistas contra as forças nigerinas a partir de janeiro de 2019, período que corresponde ao início da seca das águas do Komadougou, rio que impede as incursões dos insurgentes nigerianos em solo nigerino.

Ataque a base militar

Em setembro do ano passado, pelo menos 30 soldados nigerianos morreram em um ataque do grupo extremista Boko Haram contra uma base militar na região nordeste da Nigéria.

"Perdemos pelo menos 30 homens em combates contra os terroristas do Boko Haram, que atacaram nossas tropas em Zari (perto fronteira com Níger) às 16 de quinta-feira", afirmou um oficial.

O ataque aconteceu em um momento de várias ações violentas contra o exército nigeriano.

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