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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

França faz pedido ao Irã: 'pare todas as atividades com mísseis balísticos'

A França pediu nesta sexta-feira ao Irã que pare imediatamente todas as atividades ligadas a mísseis balísticos que podem transportar armas nucleares, depois que Teerã anunciou que poderia colocar dois satélites em órbita nas próximas semanas.


Sputnik

"A França lembra que o programa de mísseis iranianos não está em conformidade com a Resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU", informou Agnes von der Muhll, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, a repórteres.


Sistema de defesa antiaérea de mísseis do Irã
© AP Photo / Ministério da Defesa do Irã

"[A França] apela ao Irã para que cesse imediatamente todas as atividades relacionadas a mísseis balísticos destinadas a transportar armas nucleares, incluindo testes usando tecnologia de mísseis balísticos", complementou.

Von der Muhll estava respondendo aos comentários do presidente iraniano Hassan Rouhani na quinta-feira, que disse que dois satélites seriam enviados ao espaço usando mísseis feitos pelo Irã.

Nesta semana, o chanceler iraniano Mohammed Javad Zarif garantiu que o Irã não viola a Resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU ao fazer esses lançamentos.

De 2009 a 2015, o Irã conseguiu colocar quatro satélites em órbitas com a ajuda dos portadores Safir e de 2016 a 2017 realizou dois lançamentos experimentais de operadoras Simorgh.

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