Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Governo dos EUA evacua seu pessoal não essencial da Venezuela

O governo dos Estados Unidos ordenou nesta quinta-feira a evacuação de todo seu pessoal não essencial na Venezuela depois que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, lhes deu 72 horas para sair do país.


EFE

Washington - Em um alerta de segurança, o Departamento de Estado dos EUA também recomendou aos americanos que residam ou estejam de viagem na Venezuela "considerar seriamente" deixar o país "enquanto os voos comerciais sigam disponíveis".


Embaixada americana em Caracas. EFE/Miguel Gutiérrez
Embaixada americana em Caracas. EFE/Miguel Gutiérrez

Aos americanos que optem por ficar na Venezuela, o governo lhes recomendou "ter as provisões adequadas para permanecer nas suas casas".

A embaixada dos EUA em Caracas permanecerá aberta nas próximas horas, embora com "sua capacidade limitada a fornecer serviços de emergência aos cidadãos americanos na Venezuela".

Maduro ordenou nesta quarta-feira a saída de todo o pessoal diplomático dos EUA no país depois que o presidente Donald Trump reconheceu o autoproclamado presidente venezuelano em exercício, Juan Guaidó, como governante legítimo.

O secretário de Estado, Mike Pompeo, respondeu então que os EUA não retirariam seu pessoal por não reconhecer a autoridade de Maduro, que rotulou de "ex-presidente".

"Os Estados Unidos mantêm relações diplomáticas com a Venezuela e as faremos através do governo interino de Guaidó, que convidou nossa missão a permanecer na Venezuela", disse Pompeo.

Hoje, Maduro reiterou sua decisão, "que mantém com firmeza", de romper relações diplomáticas e políticas "com o governo imperialista de Donald Trump, e expulsar todo seu pessoal diplomático" da Venezuela.

"Até o domingo têm 72 horas para se retirar da Venezuela", insistiu Maduro, que ordenou também o fechamento das embaixadas e consulados americanos no país caribenho quando se esgotar esse prazo.

Comentários

Postagens mais visitadas