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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Governo dos EUA evacua seu pessoal não essencial da Venezuela

O governo dos Estados Unidos ordenou nesta quinta-feira a evacuação de todo seu pessoal não essencial na Venezuela depois que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, lhes deu 72 horas para sair do país.


EFE

Washington - Em um alerta de segurança, o Departamento de Estado dos EUA também recomendou aos americanos que residam ou estejam de viagem na Venezuela "considerar seriamente" deixar o país "enquanto os voos comerciais sigam disponíveis".


Embaixada americana em Caracas. EFE/Miguel Gutiérrez
Embaixada americana em Caracas. EFE/Miguel Gutiérrez

Aos americanos que optem por ficar na Venezuela, o governo lhes recomendou "ter as provisões adequadas para permanecer nas suas casas".

A embaixada dos EUA em Caracas permanecerá aberta nas próximas horas, embora com "sua capacidade limitada a fornecer serviços de emergência aos cidadãos americanos na Venezuela".

Maduro ordenou nesta quarta-feira a saída de todo o pessoal diplomático dos EUA no país depois que o presidente Donald Trump reconheceu o autoproclamado presidente venezuelano em exercício, Juan Guaidó, como governante legítimo.

O secretário de Estado, Mike Pompeo, respondeu então que os EUA não retirariam seu pessoal por não reconhecer a autoridade de Maduro, que rotulou de "ex-presidente".

"Os Estados Unidos mantêm relações diplomáticas com a Venezuela e as faremos através do governo interino de Guaidó, que convidou nossa missão a permanecer na Venezuela", disse Pompeo.

Hoje, Maduro reiterou sua decisão, "que mantém com firmeza", de romper relações diplomáticas e políticas "com o governo imperialista de Donald Trump, e expulsar todo seu pessoal diplomático" da Venezuela.

"Até o domingo têm 72 horas para se retirar da Venezuela", insistiu Maduro, que ordenou também o fechamento das embaixadas e consulados americanos no país caribenho quando se esgotar esse prazo.

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