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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Governo não quer interromper negociação Embraer/Boeing, mas estuda termos de acordo, diz GSI

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general da reserva Augusto Heleno, afirmou nesta segunda-feira que o governo do presidente Jair Bolsonaro não está pensando em interromper a negociação do acordo de aliança da Embraer com a Boeing.


Por Ricardo Brito | Reuters

BRASÍLIA (Reuters) – Porém, ele afirmou que o governo está “estudando” os termos do acordo acertado no final do ano passado entre as empresas. Segundo Heleno, o governo, que detém direito de veto sobre questões estratégicas da Embraer, quer um acordo que seja “o melhor possível para o país”.



“Não, não está se pensando em interromper essa negociação não”, disse Heleno, em entrevista coletiva no Palácio do Planalto após a solenidade de posse de novos presidentes do Banco do Brasil, Caixa e BNDES.

A Embraer aceitou vender 80 por cento de sua divisão de aviação comercial, a principal da empresa, para a formação de uma joint-venture com a Boeing, em um acordo anunciado em 17 de dezembro. Um dispositivo do acordo permite que a Embraer possa mais adiante vender os 20 por cento restantes à Boeing.

Questionado sobre a possibilidade de venda do restante da área, Heleno afirmou que “hoje mesmo foi colocada a necessidade de se estudar se essa forma é a ideal ou se vamos pleitear outro tipo de sugestão”, afirmou.

Na sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que é favorável à aliança entre as empresas, mas que tinha preocupações sobre o futuro da companhia brasileira nos próximos anos. O comentário gerou um forte movimento de realização de lucro nas ações da fabricante nacional.

Em evento junto a representantes da Aeronáutica, na Base Aérea de Brasília, Bolsonaro disse na ocasião que “seria muito boa essa fusão… mas é uma preocupação nossa daqui cinco anos tudo ser repassado para o outro lado. É um patrimônio nosso”.

As ações da Embraer exibiam queda de 0,9 por cento às 12h56, cotadas a 20,61 reais. No mesmo horário, o Ibovespa mostrava oscilação negativa de 0,03 por cento. Na sexta-feira, o papel fechou em baixa de cerca de 5 por cento, pior desempenho do índice na sessão.

O acordo, que aguarda há meses aprovação do governo e já elevou o valor da divisão comercial da Embraer de 4,75 bilhões para 5,26 bilhões de dólares, não envolve os negócios da empresa brasileira nas áreas de aviação executiva ou de defesa.

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