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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Ilhas Curilas: Rússia quer tratado de paz, não 'dar ou receber nada' do Japão

Assinar um tratado de paz, não "dar ou receber nada", é a razão pela qual a Rússia continua seu diálogo com o Japão, informou o Kremlin em meio a duras negociações sobre as quatro Ilhas Curilas.


Sputnik

"Nosso maior objetivo é não dar ou receber nada, mas assinar um tratado de paz [com o Japão]", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, no domingo. Atualmente, Moscou e Tóquio estão presos em conversas desconfortáveis sobre a disputa territorial latente.


Shinzo Abe e Vladimir Putin, em reunião à margem da cúpula da APEC em 2014.
Shinzo Abe e Vladimir Putin © Sputnik / Michael Klimentyev

O Japão, um aliado próximo dos EUA, está aderindo às sanções impostas por Washington, o que torna o diálogo ainda mais desafiador, declarou Peskov. "Eles apoiam o regime de sanções e esse é um dos problemas e situações que impedem a assinatura do tratado de paz".

Outros obstáculos incluem as tentativas do Japão de envolver seus aliados, os EUA, nas negociações. Recentemente, o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, chamou a ideia de "ultrajante", levantando a questão com seu colega japonês, Taro Kono.

Mais cedo, o presidente russo Vladimir Putin confirmou que Moscou está ansioso para assinar um tratado de paz. No final deste mês, ele realizará uma cúpula com o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe para continuar as discussões sobre o acordo de paz proposto. No ano passado, Putin propôs um acordo sem pré-condições, mas Abe depois chamou a ideia de "inaceitável".

Moscou e Tóquio encerraram as hostilidades na Segunda Guerra Mundial sem um tratado formal de paz. Conhecidas no Japão como Iturup, Kunashir, Shikotan e Habomai, as ilhas do mar de Okhotsk foram entregues à URSS nos termos da Declaração de Potsdam de 1945. Desde então, Tóquio tentou reivindicar as quatro ilhas russas de Kuril, conhecidas no Japão como os Territórios do Norte.

O Japão discutiu ativamente a perspectiva de recuperar a soberania sobre a parte mais meridional do arquipélago, que inclui a ilha de Shikotan e Habomai. Em novembro do ano passado, Putin e Abe disseram que iriam trabalhar em um acordo de paz baseado na declaração de 1956, assinada pelo Japão e pela URSS.

O documento prevê as perspectivas de uma transferência de soberania, embora a formulação seja vaga. Ainda assim, a declaração diz que a mudança só seria possível depois que os dois lados assinassem um tratado de paz. Tóquio, no entanto, sustenta que a disputa territorial deve ser antes resolvida.

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