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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Imagens expõem entrada de destróier dos EUA com mísseis de cruzeiro no mar Báltico

Hoje (10), destróier dos EUA USS Gravely armado com mísseis de cruzeiro Tomahawk entrou no mar Báltico.


Sputnik

Em 10 de janeiro, o destróier USS Gravely passou pelos estreitos dinamarqueses (os três canais que ligam o mar Báltico ao mar do Norte) e entrou no mar Báltico, informou o portal do monetariamente de navegação. 


USS Gravely | Reprodução

O destróier USS Gravely conta com sistema de lançamento de mísseis Aegis, e pode transportar até 56 mísseis Tomahawk que são capazes de alcançar alvos a até 1.600 km.

Anteriormente, a Marinha dos EUA publicou no Twitter que USS Gravely está passando pelo mar do Norte.

Em junho de 2016, o destróier norte-americano USS Gravely se aproximou perigosamente do navio-patrulha russo Yaroslav Mudry a uns 60 ou 70 metros do seu flanco esquerdo, cruzando a trajetória do Yaroslav Mudry a uma distância perigosa de 180 metros à frente do mesmo. As autoridades russas consideraram as ações da Marinha dos EUA como uma provocação.

Nos últimos meses, os EUA e a OTAN expandiram presença no Norte da Europa e na Europa Oriental, instalando tropas, aviões e navios de guerra e aumentaram o número de exercícios no âmbito das tensões com a Rússia.

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