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De classe média e com alto nível de educação: o perfil dos terroristas do Sri Lanka

Polícia cingalesa identifica oito dos nove terroristas suicidas que cometeram os atentados de domingo
Macarena Vidal Liy | El País
Alto nível de educação, família de classe média ou média alta, com recursos econômicos próprios. Esse é o perfil dos nove terroristas suicidas que, segundo a polícia do Sri Lanka, lançaram os atentados de domingo em três hotéis de luxo e três igrejas, deixando pelo menos 359 mortos e mais de 500 feridos.

Pouco a pouco vão sendo conhecidos mais detalhe sobre como ocorreu o ataque terrorista mais sangrento da história do Sudeste Asiático. Para a polícia, já está comprovado o envolvimento de nove terroristas suicidas, entre eles uma mulher. As autoridades divulgaram os vídeos das câmeras de circuito fechado na paróquia de São Sebastião, em Negombo, nos arredores de Colombo, nos quais se vê o homem apontado como culpado pela explosão que matou, nessa igreja, pelo menos 110 pessoas. O vídeo mostra um jovem magro, de barba, carregando uma mochila grande e aparentem…

Imprensa revela qual será o plano de Trump para estabelecer a paz na Palestina

O plano dos EUA para a solução pacífica da crise no Oriente Médio será apresentado nos próximos meses, informou a emissora israelense Reshet 13, citando uma fonte que compareceu a um briefing confidencial sobre o tema.


Sputnik

Segundo o plano, a Palestina receberá duas vezes o território que controla atualmente. No entanto, o centro histórico de Jerusalém, incluindo seus locais religiosos e distritos próximos, e a parte ocidental da cidade permanecerão sob a soberania de Israel.


Bandeiras da Palestina e de Israel
© AP Photo

Além disso, os israelenses poderiam anexar grandes áreas de assentamento na Cisjordânia e manter os assentamentos isolados sob seu controle sem poder ampliá-los. No entanto, Israel terá que evacuar os chamados postos de assentamento ilegais.

O plano também sugere que as perdas deveriam ser compensadas pelo mecanismo das trocas territoriais. O veículo argumentou que o plano era a opção mais adequada para o acordo de crise do Oriente Médio para Israel, que emergiu nos últimos 20 anos.

Os Estados Unidos supostamente esperam que os palestinos abandonem suas reivindicações por todo o território da Cisjordânia e Jerusalém Oriental, incluindo a parte histórica da cidade. Além disso, Washington espera algumas concessões de Israel, que se opõe à divisão de Jerusalém e do Estado palestino.

A agência notou que o governo dos EUA planejava lançar o acordo há algumas semanas, mas decidiu adiar a decisão até as eleições parlamentares israelenses, marcadas para 9 de abril.

No entanto, o enviado especial dos EUA, Jason Greenblatt, criticou na quarta-feira o texto vazado para a imprensa, dizendo que os pontos levandos não são "precisos".

O governo Trump vem trabalhando em um plano de paz para o conflito israelo-palestino há meses. No entanto, os palestinos rejeitaram o envolvimento de Washington na solução do conflito depois que Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel e transferiu a embaixada dos EUA de Tel-Aviv para Jerusalém apesar da condenação do mundo muçulmano e das recomendações da ONU de se abster em estabelecer missões diplomáticas na cidade até que seu status legal seja estabelecido.

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