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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Inteligência dos EUA: Irã não está produzindo dispositivos nucleares

O Irã não está tentando construir uma arma nuclear, mas a República Islâmica pode retomar essas atividades se não colher benefícios do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, em inglês), disse o diretor de inteligência nacional dos EUA, Dan Coats, nesta terça-feira.


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"Continuamos a avaliar que o Irã não está empreendendo atualmente atividades-chaves para o desenvolvimento de armas nucleares que julgamos necessárias para produzir um dispositivo nuclear", disse Coats ao Comitê de Inteligência do Senado dos EUA. "No entanto, as autoridades iranianas ameaçaram publicamente reverter alguns dos compromissos do Plano de Ação Abrangente do Irã — e retomar as atividades nucleares que o JCPOA limita — se o Irã não obtiver os benefícios tangíveis de comércio e investimento que espera do acordo".


Dan Coats, novo Diretor de Inteligência Nacional dos EUA no lobby da Trump Tower, em Nova York (arquivo)
Dan Coats © AFP 2018 / Bryan R. Smith

Protestos contra governo

Para Coats, o Irã provavelmente terá de lidar com mais protestos contra o governo nos próximos meses em resposta às políticas econômicas do país, mas essas manifestações provavelmente permanecerão pequenas e descoordenadas.

"Esperamos mais agitação nos próximos meses, embora os protestos provavelmente continuem descoordenados e sem liderança central ou amplo apoio de grandes grupos étnicos e políticos", disse Coats ao Comitê de Inteligência do Senado dos EUA.

Os protestos provavelmente irromperão novamente devido à incapacidade do presidente Hassan Rouhani de reformar a economia, que continua sobrecarregada pela corrupção, um setor bancário fraco e dificuldade de atrair investimentos estrangeiros, disse a Coats.

Na terça-feira, altos oficiais de segurança nacional dos EUA testemunharam perante o Comitê de Inteligência do Senado dos EUA, nomeando as ameaças mais significativas que os Estados Unidos enfrentam no país e no exterior.

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