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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Irã planeja modernizar suas lanchas com tecnologia furtiva

O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã (CGRI) anunciou sua intenção de melhorar suas lanchas rápidas no golfo Pérsico, dotá-las com tecnologia furtiva para evitar radares e equipá-las com novos lançadores de mísseis em meio às tensões criadas devido à chegada de um porta-aviões nuclear norte-americano.


Sputnik

"Estamos nos dedicando a aumentar a agilidade das lanchas rápidas do CGRI e equipá-las com tecnologia furtiva para facilitar suas operações", disse o chefe da Marinha do CGRI, Alireza Tangsiri, citado pela agência de notícias IRNA.


Lanchas rápidas do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã escoltam o porta-aviões USS John C. Stennis (CVN-74) dos EUA enquanto navega ao golfo Pérsico através do estreito de Ormuz, 21 de dezembro de 2018
Lanchas rápidas iranianas © REUTERS / HAMAD I MOHAMMED

Além disso, ele acrescentou que as lanchas serão equipadas com novos mísseis e sua velocidade atingirá 80 nós. No entanto, Tangsiri não especificou se a República Islâmica já domina essas tecnologias, relata a Reuters.

Em meados de dezembro, um grupo aeronaval da Marinha dos EUA, liderado pelo porta-aviões nuclear USS John C. Stennis, entrou no golfo Pérsico. Sua chegada foi precedida por alertas emitidos pelo Irã, que ameaçou bloquear o estreito de Ormuz — o único porto marítimo de escoamento do golfo Pérsico e um corredor para um terço das exportações mundiais de petróleo.

Segundo o major-general Mohammad Ali Jafari, a presença das forças norte-americanas no golfo Pérsico visa "enganar os estados regionais e fingir que eles estabelecem segurança para esses países".

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