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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Israel intercepta míssil disparado da Faixa de Gaza

As defesas antiaéreas de Israel interceptaram um míssil disparado da Faixa de Gaza, informou o Exército israelense.


Sputnik

"Um foguete disparado de Gaza na direção de Israel foi identificado e interceptado pelo sistema de defesa aérea Domo de Ferro", informaram as Forças de Defesa de Israel em sua conta no Twitter.


Soldado israelense junto ao sistema de defesa antiaérea Cúpula de Ferro (Iron Dome) perto da cidade de Sderot, Israel
Iron Dome israelense © AP Photo/ Tsafrir Abayov

Meia hora antes do incidente, as Forças de Defesa de Israel informaram que as sirenes de alerta da cidade de Ashkelon e do Conselho Regional de Hof Ashkelon, nas proximidades da fronteira com o enclave palestino, foram ativadas.

Gaza está sob bloqueio israelense-egípcio desde que o Hamas assumiu o poder em 2007.

Em meados de novembro, Israel e os grupos palestinos chegaram a um cessar-fogo por um acordo indireto, mediado principalmente pelo Egito e pela ONU. A trégua colocou fim à pior escalada de violência na região desde a ofensiva israelense em Gaza no ano de 2014.

As Nações Unidas e o Egito iniciaram um processo de mediação entre as partes para assegurar um cessar-fogo depois que militantes de Gaza dispararam 460 foguetes contra o sul de Israel, o qual retaliou com o lançamento de ataques aéreos contra 160 alvos em Gaza.

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