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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Japão comprará ilha desabitada para realizar manobras com EUA

A ilha Mage está localizada a 400 km da base aérea de Iwakuni, da Marinha dos EUA, onde eram abrigados aproximadamente 60 porta-aviões americanos.


Sputnik

Segundo o jornal Yomiuri, o Ministério da Defesa japonês investiu aproximadamente US$ 147 milhões (R$ 545 milhões) para comprar a ilha desabitada Mage, na prefeitura de Kagoshima, ao sudoeste do país, para utilizá-la como local de manobras envolvendo aeronaves japonesas e porta-aviões americanos.


Navio de assalto anfíbio USS Wasp da Marinha dos EUA
CC BY 2.0 / Official U.S. Navy Page / USS Wasp departs Naval Station Norfolk

Atualmente, a ilha, que pertence a uma empresa privada de Tóquio, deve ser integrada às forças japonesas até o final de março, conforme um pré-acordo que deverá ser assinado nos próximos dias.

A iniciativa surgiu pelas manobras militares entre Japão e EUA provocarem um alto nível de ruído durante pousos e decolagens das aeronaves, incomodando os moradores e governantes locais que protestaram contra as manobras.

Ressaltando que, devido aos protestos, as manobras passaram a serem realizadas em uma área quase remota da ilha Iwo Jima, situada a mais de 1.200 km de Tóquio.

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