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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Maduro apela à UE para revogar ultimato sobre anúncio de novas eleições em 8 dias

Em uma entrevista ao canal CNN Turk, o presidente da Venezuela Nicolás Maduro comentou o ultimato dos países europeus sobre o anúncio de novas eleições no país e declarou que está aberto ao diálogo.


Sputnik

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, apelou aos países da UE para revogarem o ultimato ao seu governo instando-o a convocar novas eleições em oito dias.


Nicolás Maduro, presidente de Venezuela
Nicolás Maduro © REUTERS / Marco Bello

"A Europa comete mais uma vez um erro em relação à Venezuela. Eles ignoram nossa história, apesar dos 200 anos da nossa liberdade. Estamos orgulhosos de nossa soberania, temos o sangue dos nossos libertadores. Eles [países europeus] devem renunciar a seu ultimato, ninguém se pode atrever a fazer-nos ultimatos", declarou Maduro em uma entrevista ao canal CNN Turk.

Ele acrescentou que está aberto a um diálogo com a oposição, mas ao mesmo tempo acusou o autoproclamado "presidente interino" da Venezuela, Juan Guaidó, de violar a constituição venezuelana.

O presidente venezuelano declarou que o presidente americano, Donald Trump, subestima a Venezuela, a América Latina e o resto do mundo.

"Ele [Trump] não é um líder que é capaz de lidar com dificuldades. Estou certo que eles nos subestima. Falando francamente, ele subestima também a América Latina e todo o mundo. É essa a sua ideologia – ele subestima todos", afirmou Maduro. Além disso, ele afirmou que seu encontro com o presidente estadunidense não é provável, mas é possível.

Em 26 de janeiro a Holanda declarou, após o Reino Unido, Alemanha, França e Espanha, a intenção de reconhecer Guaidó como presidente interino venezuelano se as eleições não forem anunciadas em oito dias.

Em 23 de janeiro, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se autoproclamou presidente interino da Venezuela. Os EUA e uma série de outros países, inclusive o Brasil, reconheceram Guaidó como presidente da Venezuela.

Os EUA, Brasil, Canadá, Argentina, Peru, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai, Chile, Albânia, Geórgia e vários outros países reconheceram Guaidó como presidente da Venezuela. A Rússia, China, Cuba, México, Bolívia, Nicarágua, Turquia e Irã apoiam a permanência de Maduro.

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