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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Major-general israelense queria matar presidente sírio, diz mídia

A proposta do comandante militar israelense Aviv Kochavi sobre a derrubada do regime de Assad teria sido rejeitada pelo governo israelense, que preferiu se concentrar em combater a consolidação de Teerã no país e a transferência de armamento avançado para o grupo militar Hezbollah baseado no Líbano.


Sputnik

O major-general Aviv Kochavi, o próximo chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, planejou matar o presidente sírio Bashar Assad por seu apoio ao Hezbollah, segundo o jornal saudita Elaph, comunicou o jornal israelense Jerusalem Post.


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Major-general Aviv Kochavi

Citando um responsável oficial israelense anônimo, Elaph escreveu que, quando era chefe da inteligência militar das Forças de Defesa de Israel, Kovachi se manifestou pela derrubada de Assad, mesmo através do seu assassinato.

Enquanto Kochavi recomendou destruir o regime de Assad que, em sua opinião, poderia trazer calamidades para Israel da parte do Irã e do Hezbollah, o chefe do serviço de inteligência israelense Mossad, Yossi Cohen, "queria um endereço na Síria", ou seja, alguém com quem pudesse comunicar em caso de necessidade, de acordo com o funcionário citado.

Porém, Israel decidiu se concentrar em prevenir a consolidação de Teerã no país alvejando ativos iranianos e do Hezbollah, enquanto "se assegurava que causava danos mínimos ao regime de Damasco", assinalou ele.

Israel tem realizado ataques aéreos contra o território sírio, afirmando ter atacando objetivos militares iranianos e meios de transporte com armamento. Tel Aviv insiste que Teerã transfere armas para o Hezbollah, que depois as usa contra Israel através da República Árabe.

O Irã, por sua vez, negou manter qualquer presença militar na Síria, além dos seus conselheiros militares, requisitados por Damasco. Teerã, bem como o governo sírio, denunciaram por várias vezes os ataques aéreos israelenses.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento xiita libanês Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois de as tropas israelenses lançarem a operação Escudo do Norte, destinada a destruir túneis do Hezbollah usados, segundo os israelenses, para canalizar militantes e armas através da fronteira entre Israel e o Líbano.

Israel considera a presença do Hezbollah no Líbano e na Síria como uma ameaça à sua segurança nacional, já que o movimento é apoiado pelo Irã, que é o principal rival de Israel na região.

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