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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Marinha dos EUA recebe novo navio de guerra polivalente

O segundo destróier da classe Zumwalt, USS Michael Monsoor (DDG-1001), foi adotado em serviço da Marinha dos EUA neste sábado (26), segundo um comunicado das forças navais.


Sputnik

A cerimônia foi realizada em San Diego, no estado da Califórnia. A tripulação será composta por 148 oficiais e marinheiros.


USS Michael Monsoor, segundo navio de guerra norte-americano da classe Zumwalt
USS Michael Monsoor DDG-1001 © AP Photo / Robert F. Bukaty

"O USS Michael Monsoor é um dos meios de combate mais capazes que a nossa nação pode oferecer. Este navio proporcionará uma presença e dissuasão avançada independente para as próximas décadas e estou confiante que a tripulação operará este navio com o nível de conhecimentos, coragem e força necessários para superar qualquer desafio", declarou o secretário da Marinha dos EUA, Richard Spencer.

O primeiro destróier da classe Zumwalt foi lançado à água em outubro de 2013.

Esse navio de guerra polivalente se destina tanto a confrontar forças terrestres do inimigo, como a fornecer apoio de fogo a partir do mar e a combater a aviação. Devido à ampla automatização, a tripulação terá apenas cerca de 140 efetivos, muito menos que os navios anteriores de classes semelhantes.

O custo do primeiro destróier foi de USD$ 4,4 bilhões (R$ 16,5 bilhões). Devido aos grandes gastos, o programa de construção foi reduzido de 32 a três navios.

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