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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Mídia americana considera Força Aérea da Ucrânia uma das piores do mundo

O portal norte-americano We Are The Mighty incluiu a Força Aérea da Ucrânia na lista das dez piores do mundo em 2018, devido à tecnologia desatualizada, mau treinamento do pessoal de voo e manutenção deficiente.


Sputnik

No anti-rating do portal, a Força Aérea ucraniana ocupa o sexto lugar, entre o Irã e o Paquistão. Além desses países, os dez primeiros também incluem a Força Aérea do Canadá, China, Grécia, México, Arábia Saudita, Coreia do Norte e Síria.


Sukhoi Su-25 ucraniano | The Avionist

De acordo com o artigo, durante o conflito em Donbass, a aviação ucraniana "matou civis" ou seus aviões foram abatidos durante o cumprimento de missões. Ao mesmo tempo, o portal indica que a Força Aérea do país não foi capaz de opor resistência às milícias no leste do país.

Os aviões ucranianos caem sem a ajuda do inimigo, sublinha o portal, lembrando o caso do acidente de um avião Su-27 no ano passado, que matou um piloto americano, bem como a tragédia em Lviv em 2002, quando 83 pessoas morreram em resultado da queda de um Su-27 ucraniano sobre uma multidão de telespectadores durante uma exibição aérea.

A razão de tais incidentes é a má manutenção dos equipamentos, o mau treinamento dos pilotos ucranianos, bem como a sua "imprudência", acredita o autor.

Além disso, a maioria das aeronaves que estão em serviço da Força Aérea ucraniana foi produzida na URSS e têm uma idade respeitável, indica.

Quando a Rússia, após a "anexação da Crimeia", capturou 45 aviões ucranianos, provavelmente prestou um tremendo serviço ao país, conclui We Are The Mighty.

A Crimeia se reunificou com a Rússia em 2014 depois de um referendo no qual mais de 90% dos moradores votaram pela reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano.

As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal, de acordo com as leis internacionais.

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