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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Ministério da Defesa venezuelano acusa de traição adido militar que reconhece Guaidó

O Ministério da Defesa venezuelano qualificou como "um ato de traição e covardia" a declaração do adido militar na embaixada venezuelana em Washington, coronel José Luis Silva, que não reconhece Nicolás Maduro como presidente da Venezuela.


Sputnik

"Subordinar-se aos interesses internacionais é um ato de traição e covardia com a Pátria herdada pelo nosso Libertador Simón Bolívar, por isso, repudiamos as declarações do coronel José Luis Silva Silva, que desempenhava o cargo de adido militar nos EUA", publicou a entidade na sua conta no Twitter.


Nicolás Maduro, presidente da Venezuela
© REUTERS / Miraflores Palace

Em 26 de janeiro, Silva declarou em entrevista ao diário El Nuevo Herald que não reconhece Nicolás Maduro como presidente da Venezuela e expressou seu apoio ao presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, que se proclamou presidente encarregado do país e apelou aos outros para seguirem seu exemplo.

Em 23 de janeiro, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se autoproclamou presidente interino da Venezuela. Os EUA e uma série de outros países, inclusive o Brasil, reconheceram Guaidó como presidente da Venezuela. O atual líder venezuelano, Nicolás Maduro, afirma ser o chefe de Estado constitucional e apelidou Guiadó de "marionete dos EUA".

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