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Gorbachov chama EUA para retomar diálogo com a Rússia sobre armas nucleares

O último presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachov, pediu que os Estados Unidos retomem um "diálogo sério" com a Rússia sobre o problema das armas nucleares e alertou contra as "perigosas tendências destrutivas" na política mundial, em artigo publicado nesta quarta-feira no jornal "Vedomosti".
EFE

Moscou - Após constatar uma ruptura da comunicação entre Moscou e Washington, o ex-líder soviético se dirigiu em particular aos congressistas americanos para pedir que deixem de lado suas diferenças partidárias para facilitar um "diálogo sério" entre ambos os países.


"Estou convencido de que a Rússia está preparada (para o diálogo)", ressaltou Gorbachov, que manifestou preocupação com a suspensão, primeiro pelos EUA e depois pela Rússia, do Tratado de Eliminação dos Mísseis de Médio e Curto Alcance (INF), que ele assinou em 1987 com o então presidente americano, Ronald Reagan.

Gorbachov apontou que por trás da decisão de Washington de deix…

Moscou adverte 'cabeças quentes' dos EUA de intervenção militar na Venezuela

Moscou adverte "várias cabeças quentes" em Washington de recorrerem à força militar na Venezuela, declarou hoje (9) o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov.


Sputnik

"Eu vejo com inquietação e preocupação as tentativas dos EUA de consolidarem a frente anti-Chávez entre os países da América Latina. É uma tendência alarmante", disse Ryabkov aos jornalistas.


Militares na base área de Francisco de Miranda, Caracas, foto de arquivo
Militares venezuelanos © AFP 2018/ JUAN BARRETO

Segundo o diplomata russo, mesmo os governos da América Latina com uma posição muito crítica em relação a Caracas excluem a possibilidade de uma intervenção militar nos assuntos venezuelanos.

"É um momento importante, e nós sublinhamos de novo que a tentativa de recorrer à força militar, em uma situação considerada crítica por esses países, seria um desenvolvimento catastrófico. Nós advertimos algumas cabeças quentes em Washington de tal ‘tentação'", assinalou o vice-ministro.

No início de agosto do ano passado, teve lugar uma tentativa de atentado contra o presidente venezuelano Nicolás Maduro durante o desfile militar em Caracas com o uso de drones carregados de explosivos. Maduro saiu ileso, porém 7 soldados ficaram feridos. Maduro acusou do atentado a oposição e o ex-presidente da Colômbia Juan Manuel Santos, acrescentando que estava ciente da preparação de uma conspiração contra ele com o apoio dos EUA.

Segundo Maduro, perto da fronteira com a Venezuela está sendo preparado um grupo de 730 mercenários que, em qualquer momento, podem começar provocações militares com o objetivo de neutralizar uma série de bases militares no território venezuelano. Além disso, as autoridades colombianas alegadamente concederam uma base aérea no seu território aos participantes do plano.

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