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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

'Na situação atual, é impossível imaginar que EUA deixem Síria', diz vice-chanceler russo

Na situação atual, é impossível imaginar que os EUA deixem completamente a Síria, afirmou o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov, nesta quarta-feira (9).


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De acordo com Ryabkov, em Washington são bastante fortes as posições dos que consideram necessário manter a presença militar dos EUA na Síria, presença que, conforme disse, é ilegal e contrária às regras do direito internacional.


Soldados dos EUA atuando na Síria
Militares dos EUA na Síria © @FuriousKurd

"Na situação atual de corrida desenfreada de Washington pelo domínio no mundo, em que os EUA fazem por estar presentes em todo o lado e resolver as questões apenas de acordo com as suas condições, custa a imaginar que, de repente, deixem a Síria completamente e incontestavelmente do ponto de vista militar. Não consigo imaginar tal situação", acrescentou o diplomata.

Os contatos entre a Rússia e os EUA quanto à Síria continuam, mesmo não sendo anunciados, não há pausas prolongadas, disse Ryabkov.

"Os contatos sobre os diferentes aspetos da questão síria não cessam. Não vejo nada de extraordinário, sensacional ou especial nisso. Esses contatos nem sempre são anunciados. Se a informação sobre eles vier a público, atrairão atenção adicional. São realizados contatos sobre diversos temas. Haverá contatos sobre outros temas proximamente", comentou Sergei Ryabkov.

Além disso, segundo o diplomata, a Rússia gostaria de recomeçar proximamente um diálogo substancial com os EUA quanto ao controle de armas. Moscou já está trabalhando no tema e acredita que "também nesta área algo possa dar certo" mas, por enquanto, não pode anunciar qualquer calendário ou passos acordados. Moscou apela aos EUA para ponderarem a situação e estarem prontos para o diálogo sobre os mísseis, assinalou.

Em dezembro de 2018, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a vitória sobre o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) na Síria, assinalando que esse era o único motivo de permanência das tropas norte-americanas na República Árabe. A secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou que os EUA iniciaram a retirada das tropas americanas da Síria. Entretanto, segundo ela, a coalizão internacional liderada por Washington continuará existindo.

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