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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

'Não queremos a Síria': Trump defende sua decisão de retirar tropas americanas do país

Em 19 de dezembro Washington anunciou que retiraria cerca de 2000 militares americanos da Síria nos próximos meses. O presidente Donald Trump justificou esta medida afirmando que as forças americanas haviam alcançado o objetivo de derrotar o Daesh e que agora podiam voltar para casa.


Sputnik

Falando em uma reunião do gabinete na Casa Branca, o presidente Donald Trump confirmou sua decisão sobre a retirada das tropas norte-americanas da Síria, país que ele caracterizou como "perdido há muito tempo".


Patrulha dos EUA na Síria (foto do arquivo)
Tropas dos EUA na Síria © AP Photo/ Sem credenciais

"Não estamos falando de vastas riquezas. Estamos falando de areia e morte. Estou saindo, estamos saindo da Síria. Não queremos a Síria", disse Trump. Ao mesmo tempo, o presidente destacou a prontidão de "proteger" as forças curdas apoiadas pelos EUA frente à retirada das tropas norte-americanas, processo que, segundo Trump, aconteceria "dentro de algum tempo".

Ele afirmou que nunca deu um prazo de quatro meses para essa retirada. Seus comentários foram feitos alguns dias depois de o jornal The New York Times ter citado dois funcionários do governo dos EUA dizendo que Trump iria dar ao Pentágono cerca de quatro meses para retirar as tropas americanas da Síria, se referindo à reunião de Trump com o tenente-general Paul J. LaCamera, quando Trump teria dito que as tropas poderiam ter alguns meses para garantir uma "saída sucinta".

No seu Twitter Trump indicou de que sua decisão de retirar as tropas americanas da Síria estava certa, e que os militares americanos voltariam para casa "com a vitória" sobre o Daesh. Donald Trump adicionou que, se tivesse sido outra pessoa a fazer o que ele fez na Síria, essa pessoa seria considerada um herói nacional.

Mas, ao mesmo tempo, esta decisão foi criticada por alguns políticos norte-americanos, por exemplo, pelo secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, que anunciou que sua posição não estava mais alinhada com a de Trump e Brett McGurk, enviado presidencial especial para a coalizão norte-americana na Síria, tendo apresentado a demissão.

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