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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Netanyahu: Hezbollah tem boas razões para temer a 'força de ataque mortal' de Israel

As recentes ameaças expressas pelo líder do movimento libanês Hezbollah, Hassan Nasrallah, foram desvalorizadas pelo premiê israelense Benjamin Netanyahu, ao dizer que agora o grupo tem boas razões para temer a "força de ataque mortal" do Estado judeu.


Sputnik

O primeiro-ministro de Israel respondeu à declaração de Nasrullah de 26 de janeiro a uma emissora libanesa, onde este afirma que o Hezbollah e os aliados poderiam responder ao bombardeio israelense da Síria.


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Benjamin Netanyahu | Reprodução

"Nasrallah quebrou o silêncio ontem. Ele está agora em grande perturbação por três razões", disse Netanyahu no domingo (27) durante um debate.

Segundo Netanyahu, a primeira das razões é a recente destruição pelos israelenses dos túneis subterrâneos que o Hezbollah estava construindo para lançar grupos de sabotagem no Estado judeu, enquanto a segunda é a dificuldade financeira devido à restauração das sanções dos EUA contra o Irã, que patrocina o Hezbollah.

"Em terceiro lugar, Nasrallah está frustrado com a nossa determinação. O Hezbollah é confrontado com a força de ataque mortal das Forças de Defesa de Israel [IDF]. Acreditem em mim: Nasrallah tem boas razões para não querer sentir o poder da nossa força", disse o premiê de Israel.

Nos últimos dias Israel realizou três ataques aéreos contra alegados alvos iranianos na Síria, resultando na morte de ao menos quatro militares sírios e vários feridos.

O movimento xiita libanês sob o patrocínio iraniano foi descrito por Israel como o seu inimigo mais perigoso no Norte, apesar de, nos últimos anos, ter enviado uma parte significativa das suas forças paramilitares para a Síria em apoio ao presidente Bashar Al-Assad.

A última vez que Israel combateu contra o Hezbollah foi em 2006, e, desde o fim do conflito, as partes envolvidas têm no geral respeitado uma trégua na fronteira libanesa com Israel, mas os israelenses admitiram ter bombardeado repetidamente caravanas carregando armas que o Irã tem alegadamente tentado contrabandear através da Síria.

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