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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Netanyahu: Hezbollah tem boas razões para temer a 'força de ataque mortal' de Israel

As recentes ameaças expressas pelo líder do movimento libanês Hezbollah, Hassan Nasrallah, foram desvalorizadas pelo premiê israelense Benjamin Netanyahu, ao dizer que agora o grupo tem boas razões para temer a "força de ataque mortal" do Estado judeu.


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O primeiro-ministro de Israel respondeu à declaração de Nasrullah de 26 de janeiro a uma emissora libanesa, onde este afirma que o Hezbollah e os aliados poderiam responder ao bombardeio israelense da Síria.


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Benjamin Netanyahu | Reprodução

"Nasrallah quebrou o silêncio ontem. Ele está agora em grande perturbação por três razões", disse Netanyahu no domingo (27) durante um debate.

Segundo Netanyahu, a primeira das razões é a recente destruição pelos israelenses dos túneis subterrâneos que o Hezbollah estava construindo para lançar grupos de sabotagem no Estado judeu, enquanto a segunda é a dificuldade financeira devido à restauração das sanções dos EUA contra o Irã, que patrocina o Hezbollah.

"Em terceiro lugar, Nasrallah está frustrado com a nossa determinação. O Hezbollah é confrontado com a força de ataque mortal das Forças de Defesa de Israel [IDF]. Acreditem em mim: Nasrallah tem boas razões para não querer sentir o poder da nossa força", disse o premiê de Israel.

Nos últimos dias Israel realizou três ataques aéreos contra alegados alvos iranianos na Síria, resultando na morte de ao menos quatro militares sírios e vários feridos.

O movimento xiita libanês sob o patrocínio iraniano foi descrito por Israel como o seu inimigo mais perigoso no Norte, apesar de, nos últimos anos, ter enviado uma parte significativa das suas forças paramilitares para a Síria em apoio ao presidente Bashar Al-Assad.

A última vez que Israel combateu contra o Hezbollah foi em 2006, e, desde o fim do conflito, as partes envolvidas têm no geral respeitado uma trégua na fronteira libanesa com Israel, mas os israelenses admitiram ter bombardeado repetidamente caravanas carregando armas que o Irã tem alegadamente tentado contrabandear através da Síria.

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