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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Netanyahu: Israel reconhece Guaidó como novo líder da Venezuela

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que reconhece o chefe do parlamento Juan Guaidó como novo líder da Venezuela.


Sputnik

"Israel se junta aos Estados Unidos, Canadá, à maior parte dos países da América Latina e à Europa no reconhecimento da nova liderança da Venezuela", disse o chefe do governo em uma mensagem em vídeo.


Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na reunião semanal de gabinete em Jerusalém, 16 de setembro de 2018
Benjamin Netanyahu © AP Photo / Sebastian Scheiner

Na quarta-feira (23), começaram os protestos em massa contra o atual presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em Caracas. No mesmo dia, o chefe do parlamento do país, Juan Guaidó, se autoproclamou chefe de Estado interino durante a vigência de um governo provisório.

Os EUA e vários outros países declararam o reconhecimento de Guaidó e exigiram que o presidente venezuelano Maduro, cuja eleição consideram ilegal, não permita ações violentas contra a oposição.

A Rússia apoiou Maduro como o legítimo presidente da Venezuela e demonstrou sua disposição de se tornar mediadora no estabelecimento de relações entre as autoridades e a oposição na Venezuela, se tais esforços forem considerados necessários.

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