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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Novo radar chinês seria capaz de monitorar um território de mais de 3 milhões de km²

China está desenvolvendo um radar “compacto” para frota de porta-aviões da Marinha.


Sputnik

Segundo o jornal South China Morning Post, o radar permitirá que o país mantenha uma vigilância constante em uma área de mais de 3 milhões de km².


Radar (imagem referencial)
© Sputnik / Sergey Pyatakov

Além disso, ele permitirá a detecção de ameaças provenientes de embarcações, aeronaves e mísseis inimigos de uma forma mais rápida e eficiente do que as atuais tecnologias.

O programa chinês de radares mais além do horizonte (OTH, em inglês) se tornou de conhecimento público após o cientista líder do projeto e professor do Instituto de Tecnologia Harbin, Liu Yongtan, receber o prêmio científico mais importante da China, diretamente das mãos do presidente chinês, Xi Jinping.

Radares OTH elevaram consideravelmente a área de monitoramento, afirmou Liu, ressaltando que, no entanto, grande parte do território marítimo não pode ser monitorada por dispositivos semelhantes.

"Utilizando tecnologias tradicionais, nosso monitoramento e vigilância poderiam cobrir apenas 20% do nosso território marítimo. Com o novo sistema, podemos cobrir toda a área", declarou Liu ao South China Morning Post.

Os radares OTH baseados em terra foram desenvolvidos pelos EUA e pela União Soviética durante a Guerra Fria, no entanto, muitos deles foram fechados ou suspensos devido a vulnerabilidades.

Devido à grande quantidade de energia necessária e à necessidade de serem instalados em territórios planos e abertos, estes sistemas são vulneráveis a ataques. No entanto, o novo sistema OTH pode estar baseado em navios, segundo um membro anônimo do projeto.

Dessa maneira, o radar flutuante elevaria as capacidades de compilação de informação da Marinha chinesa em áreas críticas, como é o caso do mar do Sul da China e dos oceanos Índico e Pacífico.

Contudo, para integrar a tecnologia em embarcações, os cientistas deverão superar uma série de desafios, sendo eles, o ajuste da frequência do radar, a despolarização e a direção para se adaptar à distância da zona objetiva e condições na ionosfera.

Além disso, as embarcações receptoras também precisarão de dispositivos complexos para compensar o movimento causado pelo mar.

Vale ressaltar que, a China não é o único país que está desenvolvendo a tecnologia OTH de radares, pois a empresa americana Raytheon recebeu uma patente em 2016 para o desenvolvimento de um sistema similar, que possui um alcance de detecção de mais de 1.000 km e pode cobrir uma área de mais de 3,4 milhões de km².

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