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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Número de mortos durante ataque aéreo da coalizão contra Deir ez-Zor sobe para 31

Todos os mortos eram civis, membros de três famílias, segundo o jornal sírio pró-governo al-Watan.


Sputnik

Na sexta-feira, a emissora estatal Ikhbariya informou que pelo menos 20 civis foram mortos e vários ficaram feridos em um ataque aéreo da coalizão liderada pelos EUA na aldeia síria de Baghuz Tahtani, na província de Deir ez-Zor. O Ministério das Relações Exteriores da Síria enviou cartas à ONU, neste sábado, exigindo adoção de medidas contra a coalizão, em função dos ataques aéreos.


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Ataque da coalizão dos EUA a Deir ez-Zor © Sputnik / Mikhail Voskresenski

Os relatórios da mídia também enfatizaram que os civis foram atingidos por um ataque aéreo quando fugiram da vila dos militantes do Daesh.

Os meios de comunicação sírios têm relatado frequentemente sobre vítimas civis após ataques aéreos da coalizão liderada pelos EUA.

As autoridades sírias pediram que as Nações Unidas adotem medidas contra os responsáveis ​​pelas vítimas civis e ponham fim à presença não autorizada da coalizão liderada pelos EUA no território sírio.

A coalizão de mais de 70 países liderada pelos EUA informou ter conduzido operações militares contra o Daesh na Síria e no Iraque. As operações da coalizão na Síria não são autorizadas pelo governo do presidente Bashar Assad ou pelo Conselho de Segurança da ONU.

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