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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Número de mortos durante ataque aéreo da coalizão contra Deir ez-Zor sobe para 31

Todos os mortos eram civis, membros de três famílias, segundo o jornal sírio pró-governo al-Watan.


Sputnik

Na sexta-feira, a emissora estatal Ikhbariya informou que pelo menos 20 civis foram mortos e vários ficaram feridos em um ataque aéreo da coalizão liderada pelos EUA na aldeia síria de Baghuz Tahtani, na província de Deir ez-Zor. O Ministério das Relações Exteriores da Síria enviou cartas à ONU, neste sábado, exigindo adoção de medidas contra a coalizão, em função dos ataques aéreos.


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Ataque da coalizão dos EUA a Deir ez-Zor © Sputnik / Mikhail Voskresenski

Os relatórios da mídia também enfatizaram que os civis foram atingidos por um ataque aéreo quando fugiram da vila dos militantes do Daesh.

Os meios de comunicação sírios têm relatado frequentemente sobre vítimas civis após ataques aéreos da coalizão liderada pelos EUA.

As autoridades sírias pediram que as Nações Unidas adotem medidas contra os responsáveis ​​pelas vítimas civis e ponham fim à presença não autorizada da coalizão liderada pelos EUA no território sírio.

A coalizão de mais de 70 países liderada pelos EUA informou ter conduzido operações militares contra o Daesh na Síria e no Iraque. As operações da coalizão na Síria não são autorizadas pelo governo do presidente Bashar Assad ou pelo Conselho de Segurança da ONU.

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