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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Pânico em Washington: Trump ameaça abandonar OTAN?

Durante o seu mandato, o presidente dos EUA Donald Trump criticou por mais de uma vez os membros da OTAN por não cumprirem suas obrigações e insistiu para que eles elevem seus gastos militares, ameaçando abandonar a Aliança, escreveu o jornal The New York Times.


Sputnik

Segundo o jornal, durante 2018 o líder norte-americano se manifestou várias vezes pela saída da OTAN. Fontes anônimas próximas ao governo dos EUA afirmaram que o setor político não acreditava que Trump estivesse decidido. No entanto, reconheceram que o presidente pode regressar a essa ideia se os membros da Aliança não aumentarem suas contribuições.


Presidente dos EUA Donald Trump durante a cúpula da OTAN em Bruxelas
Donald Trump © Sputnik / Aleksei Vitvitsky

Donald Trump declarou que não vê sentido na existência da OTAN, qualificando-a como uma "carga enorme" para Washington, de acordo com as fontes do jornal.

Ao mesmo tempo, altos funcionários dos EUA, inclusive o secretário da Defesa, James Mattis, e o conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, rejeitaram comentar uma possível saída dos EUA da OTAN, o que, segundo The New York Times, poderia "enfraquecer a influência estadunidense na Europa e animar a Rússia por décadas".

"Isso arruinaria os resultados do trabalho exaustivo de mais de 70 anos […] destinado a criar uma aliança, possivelmente a mais poderosa e benéfica da história", declarou a ex-subsecretária da Defesa Michele Flournoy, acrescentando que isso seria o melhor resultado que Putin poderia imaginar.

O ex-comandante da OTAN, almirante James Stavridis, afirmou que a decisão dos EUA de abandonar a organização seria um "erro geopolítico de proporções épicas" e o "presente do século para Putin".

Quanto aos altos funcionários em função na Casa Branca, eles evitam fazer declarações categóricas sobre uma possível saída da OTAN, comentando apenas a grande dedicação dos EUA à organização.

Donald Trump nunca fez declarações oficiais sobre a saída da OTAN, contudo, as relações entre os EUA e os membros europeus da Aliança vivem grandes tensões. Os aliados da Aliança "que se sentem ameaçados pela Rússia já têm muitas dúvidas se Trump ordenaria às suas tropas para acorrerem em seu auxílio", segundo o jornal.

O líder dos EUA insistiu repetidamente que os países da OTAN devem destinar 2% do PIB para os gastos de defesa. Segundo as avaliações do bloco militar, dos 29 países membros apenas 11 elevaram seus gastos militares até 2%. Durante a cúpula da Aliança em julho, Trump propôs que as contribuições chegassem 4%.

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