Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Para conter avanço chinês, Marinha dos EUA pode converter navios mercantes em porta-mísseis

Segundo o U.S. Naval Institute, a Marinha dos EUA pode considerar a conversão de navios mercantes em porta-mísseis como a solução para atingir a meta de uma força de 355 navios (que hoje chega a apenas 290 navios).


Poder Naval

Para chegar ao 355, o plano de construção de navios da Marinha dos EUA de 2019 propõe uma composição de 12 porta-aviões, 12 submarinos de mísseis balísticos, 66 submarinos de ataque, 104 grandes combatentes de superfície, 52 pequenos combatentes de superfície, 38 navios de guerra anfíbios e 71 de apoio.

Reprodução

Mas esse objetivo não poderia ser alcançado nos próximos 30 anos, de acordo com o Escritório de Orçamento do Congresso. Portanto, a US Navy anunciou a extensão da vida útil de alguns destróieres e submarinos de ataque. Mesmo com essa contramedida, o custo da operação pode chegar a US$ 109 bilhões por ano, até 2047, valor que a Marinha não pode pagar.

Para cortar esse custo, a Marinha dos EUA poderia ter uma solução alternativa que seria converter cascos mercantes existentes em navios armados com mísseis. Cascos adicionais são de fato necessários para competir com oponentes próximos e converter navios civis em transportadores de células de mísseis do Sistema de Lançamento Vertical (VLS) poderia ser a resposta.

Essa solução forneceria à US Navy uma métrica de número de células VLS aumentada, enfatizando a capacidade ofensiva e defensiva da frota. Esses porta-contêineres poderiam contribuir para o combate sem exigir suítes de sensor caras e aumentar o dano que um grupo de ataque poderia infligir antes de se aproximar para lançar aeronaves.

O custo nominal para adquirir porta-contêineres ou navios-tanque de casco duplo poderia ser entre US$ 25 e US$ 50 milhões por casco, dependendo do tamanho e de onde eles são construídos. E o custo para converter esses navios em navios militares deve ser modesto.

Estima-se que estes navios de mísseis baratos seriam capazes de transportar entre 30 e 50 mísseis. Então, convertendo 10 a 15 navios de carga daria à frota entre 300 e 750 células de mísseis.

Para concluir, esses novos navios de mísseis poderiam fornecer um grande poder de fogo para apoiar grupos de combate naval no mundo, a custos mais baixos do que os navios tradicionais. Também poderia ajudar a Marinha dos EUA a competir com a Marinha Chinesa no Mar do Sul da China.

FONTE: Navy Recognition

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas