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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Parlamento Europeu reconhece Guaidó como presidente interino

Eurodeputados apoiam oposicionista venezuelano e pedem que países-membros da UE façam o mesmo. Órgão defende eleições livres e transparentes e condena repressão a protestos e prisão de jornalistas no país.


Deutsch Welle

O Parlamento Europeu reconheceu nesta quinta-feira (31/01) o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, como "único presidente interino legítimo do país" até que novas eleições livres sejam realizadas, instando os membros da União Europeia (UE) a fazerem o mesmo.


Juan Guaidó
Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino da Venezuela em 23 de janeiro

A resolução foi aprovada com 439 votos a favor, 104 contra e 88 abstenções em uma sessão especial em Bruxelas. Em comunicado, a entidade afirmou que Guaidó é o presidente legítimo "de acordo com a Constituição da Venezuela" e que a Assembleia Nacional, por ele presidida, é o único órgão democrático legítimo do país.

A resolução pede que a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, e os países-membros da UE reconheçam Guaidó "até que seja possível convocar novas eleições presidenciais livres, transparentes e críveis para restaurar a democracia" na Venezuela.

O Parlamento Europeu também condenou a repressão a protestos e a violência no país, que resultou em 40 mortes entre 21 e 26 de janeiro, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Além disso, o texto inclui uma emenda introduzida na última hora para exigir a libertação imediata dos jornalistas detidos no país.

Embora a UE conteste a legitimidade das eleições de maio de 2018, quando o presidente venezuelano Nicolás Maduro obteve um segundo mandato, o bloco tem se mostrado relutante em reconhecer Guaidó da mesma forma que fizeram os Estados Unidos e países latino-americanos. Isso porque, apesar de ter prometido convocar novas eleições, Guaidó se autoproclamou presidente, o que poderia se tornar um precedente perigoso.

O Reino Unido, a França, a Alemanha e a Espanha, contudo, afirmaram no último sábado que reconheceriam Guaidó caso Maduro não convocasse eleições em oito dias.

A exigência foi rejeitada por Maduro. "Os líderes da Europa são bajuladores, ajoelhados atrás das políticas de Donald Trump", disse.

O governo Trump anunciou nesta semana sanções contra a estatal venezuelana Petróleos de Venezuela (PDVSA) com o objetivo de limitar as exportações de petróleo do país para os Estados Unidos e pressionar Maduro a renunciar ao cargo. Em entrevista ao jornal alemão Bild, Guaidó apelou à Alemanha e à UE que também sancionem Maduro.

Maduro e Guaidó vêm disputando o apoio das Forças Armadas. O líder oposicionista, que já obteve amplo apoio internacional, ofereceu anistia a soldados que aceitem se juntar a ele.

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