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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Pescadores relatam assaltos frequentes na Baía de Guanabara

Segundo relatos, bandidos são como 'piratas'. Eles costumam levar motores dos barcos, peixes nobres, além de dinheiro e celulares dos pescadores.


Por Bom Dia Rio

Pescadores que frequentam a Baía de Guanabara relataram que estão sendo surpreendidos por assaltantes em barcos.

Resultado de imagem para Bandidos assaltam pescadores na Baía de Guanabara

Um dos casos ocorreu na última sexta-feira (11), como mostrou o Bom Dia Rio desta segunda-feira (14). Um pescador afirmou que estava perto da Ponte Rio-Niterói quando bandidos chegaram em um barco de alumínio e roubaram o material de pesca e a carteira.

A Associação de Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara disse que os assaltos na baía estão acontecendo com frequência. Segundo a associação, a situação é pior na região perto das comunidades Itaoca, em São Gonçalo, na Região Metropolitana, e Ana Clara, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Segundo os relatos, os bandidos são como “piratas” que roubam os pescadores que ficam pela Baía de Guanabara. Eles levam os motores dos barcos para serem revendidos no mercado clandestino, peixes nobres, além de dinheiro e celulares dos pescadores.

A associação afirma ainda que pediu ao Ministério Público e Capitania dos Portos para reforçar a segurança na região de pesca do Rio de Janeiro.

A Marinha informou que já fez contato com os órgãos de segurança e que também colocou à disposição infraestrutura para poder fazer buscas pelos bandidos.


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