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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Polônia prende chinês funcionário da Huawei por acusações de espionagem

Um cidadão polonês também foi preso no caso. Caso agrava controvérsias sobre empresa chinesa. Em dezembro, autoridades canadenses prenderam uma importante executiva da Huawei a pedido de autoridades dos Estados Unidos.


Reuters

A Polônia prendeu um funcionário chinês da companhia Huawei e um especialista em negócios cibernéticos polonês, afirmou nesta sexta-feira (11) a imprensa local. As prisões agravam a controvérsia sobre críticas ocidentais à fabricante chinesa de equipamentos de telecomunicações.

Funcionário da gigante de tecnologia chinesa Huawei foi preso na Polônia. — Foto: REUTERS/Aly Song
Funcionário da gigante de tecnologia chinesa Huawei foi preso na Polônia. — Foto: REUTERS/Aly Song

De acordo com a emissora polonesa TVP, os serviços de segurança realizaram buscas em escritórios da Huawei e da empresa de telecomunicação polonesa Orange Polska.

Em dezembro, autoridades canadenses prenderam uma importante executiva da Huawei, Meng Wanzhou, a pedido de autoridades dos Estados Unidos como parte de uma investigação sobre supostas violações de sanções comerciais norte-americanas.

Autoridades de inteligência dos EUA alegam que a Huawei é ligada ao governo chinês e que seus equipamentos podem conter “portas clandestinas” para o uso de espiões do governo. Nenhuma evidência foi divulgada publicamente e a companhia tem repetidamente negado as acusações.

“O cidadão chinês é um empresário trabalhando em uma grande companhia de eletrônicos. E o polonês é uma pessoa conhecida em círculos associados com o negócio cibernético”, disse Maciej Wasik, vice-chefe dos serviços especiais da Polônia, segundo a agência estatal de notícias PAP.

Os dois permanecerão presos por três meses, disse a agência, citando o porta-voz do chefe dos serviços especiais poloneses.

A TVP disse que o cidadão polonês é ex-agente de uma agência interna de segurança. A agência não respondeu de imediato a pedidos da Reuters por comentário.

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