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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Polônia prende chinês funcionário da Huawei por acusações de espionagem

Um cidadão polonês também foi preso no caso. Caso agrava controvérsias sobre empresa chinesa. Em dezembro, autoridades canadenses prenderam uma importante executiva da Huawei a pedido de autoridades dos Estados Unidos.


Reuters

A Polônia prendeu um funcionário chinês da companhia Huawei e um especialista em negócios cibernéticos polonês, afirmou nesta sexta-feira (11) a imprensa local. As prisões agravam a controvérsia sobre críticas ocidentais à fabricante chinesa de equipamentos de telecomunicações.

Funcionário da gigante de tecnologia chinesa Huawei foi preso na Polônia. — Foto: REUTERS/Aly Song
Funcionário da gigante de tecnologia chinesa Huawei foi preso na Polônia. — Foto: REUTERS/Aly Song

De acordo com a emissora polonesa TVP, os serviços de segurança realizaram buscas em escritórios da Huawei e da empresa de telecomunicação polonesa Orange Polska.

Em dezembro, autoridades canadenses prenderam uma importante executiva da Huawei, Meng Wanzhou, a pedido de autoridades dos Estados Unidos como parte de uma investigação sobre supostas violações de sanções comerciais norte-americanas.

Autoridades de inteligência dos EUA alegam que a Huawei é ligada ao governo chinês e que seus equipamentos podem conter “portas clandestinas” para o uso de espiões do governo. Nenhuma evidência foi divulgada publicamente e a companhia tem repetidamente negado as acusações.

“O cidadão chinês é um empresário trabalhando em uma grande companhia de eletrônicos. E o polonês é uma pessoa conhecida em círculos associados com o negócio cibernético”, disse Maciej Wasik, vice-chefe dos serviços especiais da Polônia, segundo a agência estatal de notícias PAP.

Os dois permanecerão presos por três meses, disse a agência, citando o porta-voz do chefe dos serviços especiais poloneses.

A TVP disse que o cidadão polonês é ex-agente de uma agência interna de segurança. A agência não respondeu de imediato a pedidos da Reuters por comentário.

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