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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Putin afirma que criação de exército kosovar viola resolução da ONU

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, denunciou nesta quinta-feira que a criação de um exército por parte das autoridades do Kosovo representa uma violação da resolução 1244 da ONU e provocará a desestabilização da região dos Balcãs.


EFE

Belgrado - "É uma aberta violação da resolução 1244 do Conselho de Segurança da ONU", disse Putin em entrevista coletiva em Belgrado junto com o seu homólogo sérvio, Aleksandar Vucic.


EFE/ Andrej Cukic
EFE/ Andrej Cukic

Putin lembrou que tal resolução só autoriza o envio de forças das Nações Unidas e acusou as autoridades kosovares de dar passos "provocadores" que aguçaram as tensões na região.

"A Rússia compartilha plenamente a preocupação das autoridades sérvias. Tais ações irresponsáveis dos dirigentes do Kosovo podem levar à desestabilização nos Balcãs", advertiu.

O presidente russo considerou que os trabalhos de mediação da União Europeia (UE) quase não deram frutos, já que foi acordado criar municípios sérvios no Kosovo, mas "não se criou nada".

Também lembrou que, em virtude da resolução 1244, no território do Kosovo devem patrulhar tantos policiais como guardas fronteiriços sérvios.

"Onde está tudo isso? Não há nada de nada. Por isso, do meu ponto de vista, é preciso ter um grande respeito pelo direito internacional e só nesse caso será possível conseguir uma decisão justa", afirmou.

Além disso, destacou ter tratado com seu homólogo sérvio assuntos relativos à cooperação militar e se pronunciou a favor de continuar os exercícios militares conjuntos.

"Seguiremos aceitando os pedidos dos dirigentes sérvios na hora de contribuir para o reforço da capacidade defensiva da Sérvia", acrescentou.

Por sua vez, Vucic denunciou que os albano-kosovares não estão dispostos a alcançar um compromisso, razão pela qual se mostrou pessimista sobre uma "rápida" regulação do conflito.

Pristina e Belgrado mantêm um difícil processo de diálogo sob mediação da UE para normalizar suas relações, um requisito exigido por Bruxelas tanto para a desejada entrada da Sérvia na UE como para a aproximação do Kosovo.

A Sérvia não reconhece a soberania do Kosovo, sua antiga província que se declarou independente de forma unilateral em 2008.

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