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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Putin discute conflito sírio e saída de tropas americanas com Benjamin Netanyahu

O presidente russo, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discutiram nesta sexta-feira a situação na Síria, à luz dos planos de Washington de retirar suas tropas do país, informou o serviço de imprensa do Kremlin.


Sputnik

"A discussão se concentrou no desenvolvimento da situação na Síria, especialmente à luz da intenção declarada dos EUA de retirar suas tropas daquele país", disse o serviço de imprensa em um comunicado. "Os lados enfatizaram a necessidade de derrotar completamente o terrorismo na Síria e acelerar o progresso no caminho da colonização política no país", finaliza a nota.


Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu durante encontro em Moscou
Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin © Sputnik / Mikhail Klimentyev

Os Estados Unidos decidiram deixar a Síria após uma conversa entre o presidente americano, Donald Trump e o homólogo turco, Recep Erdogan. A ordem repentina enfureceu o então secretário de Defesa, James Mattis que renunciou ao cargo em seguida. Aliados dos EUA na Coalizão também demonstraram descontentamento, alegando sobre a possibilidade do Daesh (grupo terrorista autodenominado Estado Islâmico, proibido na Rússia e em vários outros países) reconquistar territórios perdidos.

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