Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Putin discute conflito sírio e saída de tropas americanas com Benjamin Netanyahu

O presidente russo, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discutiram nesta sexta-feira a situação na Síria, à luz dos planos de Washington de retirar suas tropas do país, informou o serviço de imprensa do Kremlin.


Sputnik

"A discussão se concentrou no desenvolvimento da situação na Síria, especialmente à luz da intenção declarada dos EUA de retirar suas tropas daquele país", disse o serviço de imprensa em um comunicado. "Os lados enfatizaram a necessidade de derrotar completamente o terrorismo na Síria e acelerar o progresso no caminho da colonização política no país", finaliza a nota.


Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu durante encontro em Moscou
Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin © Sputnik / Mikhail Klimentyev

Os Estados Unidos decidiram deixar a Síria após uma conversa entre o presidente americano, Donald Trump e o homólogo turco, Recep Erdogan. A ordem repentina enfureceu o então secretário de Defesa, James Mattis que renunciou ao cargo em seguida. Aliados dos EUA na Coalizão também demonstraram descontentamento, alegando sobre a possibilidade do Daesh (grupo terrorista autodenominado Estado Islâmico, proibido na Rússia e em vários outros países) reconquistar territórios perdidos.

Comentários

Postagens mais visitadas