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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Relatos: Japão planeja criar aviões de ataque para guerra eletrônica

As autoridades japonesas planejam criar aviões de ataque para danificar radares e sistemas de comunicação dos adversários, informou o jornal japonês Yomiuri.


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Segundo fontes citadas pelo Yomiuri, o equipamento necessário será instalado em aviões de transporte e de patrulha que já são usados pela Força Aérea e pela Marinha do país.


Avião de patrulha marítima japonês P-1
CC BY-SA 2.0 / tataquax / NAF Atsugi 2016 Spring Festival

"Planeja-se que o modelo com base no avião C-2 [Kawasaki C-2, avião de transporte militar japonês] entrará em serviço no ano fiscal de 2027. Os planos de desenvolvimento do modelo com base no P-1 [avião de patrulha marítima japonês] estão em andamento", revelou a edição.

O motivo principal para a criação do equipamento de ataque é enfrentar as capacidades crescentes de guerra eletrônica da Rússia e da China, informou o jornal.

O Yomiuri sublinha que o Japão já dispõe de meios de guerra eletrônica que têm caráter defensivo. Um deles é o sistema de neutralização dos sistemas de guiamento de mísseis balísticos já disparados pelo adversário.

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