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Como governo Trump esvaziou resolução da ONU contra estupro em guerras

A oposição do presidente americano, Donald Trump, à legalização do aborto levou ao esvaziamento de uma resolução das Nações Unidas contra o uso de violência sexual como arma de guerra.
BBC News Brasil

Os Estados Unidos retiraram todas as referências a "saúde sexual e reprodutiva" do texto, o que, na prática, reduz o peso da resolução. O documento havia sido submetido pela Alemanha ao Conselho de Segurança da ONU. Estados Unidos, China e Rússia ameaçaram vetá-lo, se fosse mantida a redação original.

O governo Trump se opôs às menções à "saúde sexual e reprodutiva" das mulheres, com o argumento de que esse termo indica apoio ao aborto. Uma versão da resolução que exclui essa frase foi aprovada por 13 votos a 0, com abstenções de Rússia e China.

O embaixador da França nas Nações Unidas, François Delattre, criticou a exclusão do trecho, dizendo que a decisão afeta a dignidade das mulheres.

"É intolerável e incompreensível que o Conselho de Segurança da ONU seja incapaz…

Revista americana destaca 2 qualidades mais ameaçadoras de mísseis de cruzeiro russos

Os mísseis de cruzeiro russos Kalibr possuem duas qualidades principais que preocupam as Marinhas ocidentais, segundo a revista norte-americana The National Interest.


Sputnik

De acordo com a edição, em primeiro lugar, os mísseis voam a baixa altitude, sobre a superfície da água, evitando assim serem detectados pelos radares do inimigo e privando o alvo de tempo para reagir à ameaça, escreveu o autor da matéria, Michael Peck.


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Lançamento de míssil Kalibr | Reprodução

Em segundo lugar, os mísseis Kalibr são universais, podendo ser utilizados para equipar navios militares de pequeno porte, como corvetas, por exemplo, acrescentou.

Segundo The National Interest, a inteligência norte-americana está ciente das caraterísticas técnicas das modificações existentes do Kalibr. Em 2015, o Comando da Inteligência Naval da Marinha dos EUA examinou as capacidades dos mísseis, chegando à conclusão que os navios russos equipados com as versões existentes dos mísseis Kalibr, posicionados nos mares da Noruega, Negro, Cáspio e de Barents, podem "cobrir" áreas desde a França ao Irã e ao Cazaquistão.

"A eficácia de um navio militar não é definida somente pelos mísseis. A eficácia exige tais capacidades como sensores e sistemas de comando e controle. Contudo, os mísseis Kalibr são capazes de tornar até uma pequena embarcação russa em um 'assassino de navios' ou em uma plataforma de ataque contra alvos terrestres, é uma capacidade poderosa [da Marinha russa]", lê-se na matéria.

Inicialmente, os mísseis de cruzeiro Kalibr foram elaborados para equipar os submarinos nucleares polivalentes do projeto 885 Yasen. Em seguida, os mísseis foram utilizados para armar tanto os submarinos nucleares do projeto 636 como navios de superfície.

O alcance dos mísseis Kalibr é aproximadamente 2.500 km. Pela primeira vez, os mísseis foram utilizados contra os terroristas da Síria no dia 7 de setembro de 2015. Então, os navios militares russos lançaram 26 mísseis de cruzeiro a partir das águas do mar Cáspio.

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