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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Revista aponta modificações que tornam 'MiG-21' chinês em um caça mortal

Modernização do caça chinês J-7G proporcionou ao Exército Popular de Libertação da China a oportunidade de produzir um caça mortal para o século XXI.


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O Chengdu J-7 entrou em produção em 1965 e na época era considerado como o caça com maior capacidade da China. Durante esse período foram produzidas mais de 2.400 unidades do caça, sendo também exportado para diversos países, como Iraque, Albânia, Egito e Paquistão.


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Chengdu J-7 | Reprodução


O caça monomotor de segunda geração era considerado uma evolução dos primeiros jatos produzidos pela União Soviética, baseando-se no MiG-21 e sendo o principal caça da China por 30 anos, segundo a revista Military Watch.

Apesar disso, as capacidades iniciais do J-7 deixavam a desejar. Contudo, o caça passou por diversas modernizações recebendo melhores equipamentos baseados nas plataformas russas e americanas.

Sendo assim, nos anos de 1980 a indústria de defesa chinesa recebeu um orçamento mais generoso, o que contribuiu para o início do desenvolvimento de uma plataforma de nova geração, ultrapassando os caças MiG-21 e F-4, que continua a servir a Força Aérea chinesa.

As versões avançadas do J-7 foram produzidas até 2013, ou seja, quase 60 anos após o primeiro voo do MiG-21 e apenas quatro anos antes de a China introduzir seu primeiro caça de quinta geração.

O J-7 passou por um grande número de atualizações, resultando em um caça moderno com capacidade elevada. Uma das atualizações a destacar é o J-7G, a versão mais avançada do caça, que utiliza materiais compósitos, tornando a aeronave mais leve e resistente.

Além disso, a aeronave recebeu um glass cockpit total, um novo par de asas em delta, 3 monitores multifuncionais HUD e HOTAS, sistema de visualização no capacete HMD e seção transversal reduzida para menor detecção por radares.

Com a atualização, o caça chinês chegou até mesmo superar caças de quarta geração, como os primeiros F-16A, em termos de sofisticação. Os equipamentos da aeronave contam com o radar de controle de fogo KLJ-6F e mísseis de longo alcance ar-ar PL-12, ressaltando que as munições da aeronave excedem em muito o alcance do AIM-120B utilizado pela maioria dos caças de quarta geração dos EUA.

O J-7G ainda é capaz de atingir uma velocidade de Mach 2.2, ultrapassando os caças F-16C, que possuem uma velocidade de até Mach 2, além disso, o J-7G possui uma manutenção simples e um preço acessível.

Perante essas qualidades, o caça chinês J-7G pode ser considerado como um caça do século XXI, continuando em operação ao lado do novo caça J-10.

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