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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Revista aponta modificações que tornam 'MiG-21' chinês em um caça mortal

Modernização do caça chinês J-7G proporcionou ao Exército Popular de Libertação da China a oportunidade de produzir um caça mortal para o século XXI.


Sputnik

O Chengdu J-7 entrou em produção em 1965 e na época era considerado como o caça com maior capacidade da China. Durante esse período foram produzidas mais de 2.400 unidades do caça, sendo também exportado para diversos países, como Iraque, Albânia, Egito e Paquistão.


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Chengdu J-7 | Reprodução


O caça monomotor de segunda geração era considerado uma evolução dos primeiros jatos produzidos pela União Soviética, baseando-se no MiG-21 e sendo o principal caça da China por 30 anos, segundo a revista Military Watch.

Apesar disso, as capacidades iniciais do J-7 deixavam a desejar. Contudo, o caça passou por diversas modernizações recebendo melhores equipamentos baseados nas plataformas russas e americanas.

Sendo assim, nos anos de 1980 a indústria de defesa chinesa recebeu um orçamento mais generoso, o que contribuiu para o início do desenvolvimento de uma plataforma de nova geração, ultrapassando os caças MiG-21 e F-4, que continua a servir a Força Aérea chinesa.

As versões avançadas do J-7 foram produzidas até 2013, ou seja, quase 60 anos após o primeiro voo do MiG-21 e apenas quatro anos antes de a China introduzir seu primeiro caça de quinta geração.

O J-7 passou por um grande número de atualizações, resultando em um caça moderno com capacidade elevada. Uma das atualizações a destacar é o J-7G, a versão mais avançada do caça, que utiliza materiais compósitos, tornando a aeronave mais leve e resistente.

Além disso, a aeronave recebeu um glass cockpit total, um novo par de asas em delta, 3 monitores multifuncionais HUD e HOTAS, sistema de visualização no capacete HMD e seção transversal reduzida para menor detecção por radares.

Com a atualização, o caça chinês chegou até mesmo superar caças de quarta geração, como os primeiros F-16A, em termos de sofisticação. Os equipamentos da aeronave contam com o radar de controle de fogo KLJ-6F e mísseis de longo alcance ar-ar PL-12, ressaltando que as munições da aeronave excedem em muito o alcance do AIM-120B utilizado pela maioria dos caças de quarta geração dos EUA.

O J-7G ainda é capaz de atingir uma velocidade de Mach 2.2, ultrapassando os caças F-16C, que possuem uma velocidade de até Mach 2, além disso, o J-7G possui uma manutenção simples e um preço acessível.

Perante essas qualidades, o caça chinês J-7G pode ser considerado como um caça do século XXI, continuando em operação ao lado do novo caça J-10.

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